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Notícias

Os preços dos carros para julho, segundo a Tabela Molicar

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A Tabela Molicar, de EXAME.com, foi atualizada para julho com os preços efetivamente cobrados pelas concessionárias na venda de alguns dos principais carros novos e usados no fim de junho.

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Os 7 erros mais comuns cometidos no pós-venda

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 Quando acaba uma negociação? Para muitos empreendedores, ela termina quando o cliente adquire o produto ou o serviço oferecido. Segundo especialistas, porém, a chave para que esse consumidor volte a comprar no negócio é fazer um bom atendimento após a venda ser fechada.

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Personificação da morte

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A morte como uma entidade sensível é um conceito que existe em muitas sociedades desde o início da história.

 

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Quando a Natureza Inverte a Ordem: Sepultamento de Criança

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"Cada morte de uma criança enfatiza o mistério ao qual estamos mergulhados, e que não é silencioso: ele fala alto" (Lya Luft)


Conta uma antiga história que um velho imperador pai de muitos filhos e avó de muitos netos sofria todos os dias de um medo terrível frente à possibilidade de perder essas pessoas que lhe eram tão preciosas. Ele tenta se valer de toda sua influência e poder para conseguir fórmulas e procedimentos que garantissem aos seus filhos e netos vida longa e a felicidade que ele tanto desejava.
Certo dia, um velho sábio deixa no livro sagrado do imperador, as seguintes palavras '"os avós, morrem, os pais morrem e os filhos morrem". Ao ler tais desejos, o imperador tomou-os como maldição e enfurecido pediu que o velho se explicasse sob pena de ser preso. Diante da exigência do imperador , o sábio respondeu:
- Majestade, eu não sei receitas para impedir a morte. Ela virá de qualquer forma, o que eu posso desejar é que ela venha na ordem natural. Desejo que vossa majestade morra antes que seus filhos e que estes morram antes de seus netos, por isso invoquei a morte na ordem da felicidade: "os avós morrem, os filhos morrem, os netos morrem".



Assim como o imperador da história acima, sempre esperamos que os acontecimentos sigam um curso natural. Insistimos em ignorar a consciência da finitude da vida, embora faça parte de nosso acervo de conhecimentos e só a encaramos quando bate em nossa porta.

A perda de um ente querido por morte produz um longo e árduo trabalho de luto que na definição de Mazorra (2001,p.1) "... é um processo de reconstrução, de reorganização diante da morte, desafio emocional e cognitivo com o qual o sujeito tem que lidar" . Se não bastassem todas essas tarefas, um agravante a mais se impõe quando morre uma criança. Nós, que acompanhamos famílias enlutadas, sabemos quanto esse fato é desorganizador e produz ceticismo, revolta e muita raiva. Quem disse que luto é só tristeza? Sentimentos que podem se alastrar nos familiares que perdem uma criança são a raiva e a incompreensão por um processo de inversão da natureza. Mesmo sabendo que a morte é inevitável esperamos sempre que os mais velhos morram primeiro. É muito comum que os pais que enterram seus filhos jovens, levem um tempo longo para se conformarem com a perda tão precoce.

Tudo parece escapar da nossa compreensão e do nosso controle, quando vimos a morte prematura, e muitas vezes violenta, de uma criança. Uma reviravolta surge em todas as certezas humanas, produzindo ruídos e dores dilacerantes. Nós, que trabalhamos direta ou indiretamente com a morte, não estamos imunes a este sofrimento diante da morte de crianças e jovens. A idade ou o tipo de morte é sempre uma variável de reflexão e ensinamento muito particular.

Na nossa condição humana de "ser" há um discurso implícito que nos rodeia com muitas fantasias de que crianças e jovens são eternos, simbolizam a vida, o começo, os sonhos, o futuro. Quando somos colocados na exata dimensão de nossa existência - a finitude - nos deparamos com uma verdade tensa e escorregadia.

Em nossos cursos para equipes de cemitérios e funerárias, ouvimos com freqüência depoimentos acerca do sentimento de angústia e sofrimento dos sepultadores e agentes funerários quando têm que lidar com um corpo infantil. Como Lya Luft escreveu recentemente em um artigo para Revista VEJA, trata-se de uma tarefa difícil que produz um "zoom" nos mistérios nos quais estamos mergulhados e fala muito alto em nossos ouvidos.

Como cuidadores dos corpos, dos sepultamentos e das famílias enlutadas, precisamos aprender a usar nossos sentimentos diante das adversidades a que somos expostos no trabalho com a finalidade de torná-los nossos parceiros em um atendimento sempre ético, empático e humanizado. Sensibilizados diante de uma família em sofrimento por uma morte de criança ou jovem, devemos nos empenhar ao máximo para criar boas condições de luto para esta família.

O que são boas condições de luto, afinal, para alguém que teve uma perda tão dolorida? 

O que chamamos de boas condições de luto é um leque de ações da equipe de cemitério e funerária, bem estruturadas, delicadas e assertivas, desde o manejo do corpo até os trâmites administrativos. Quando um atendimento é demorado, indelicado ou pouco preciso, ele sobrecarrega a família com problemas que ela não precisaria viver e não cria boas condições de luto. Assim, as condições que favorecem um bom luto são aquelas nas quais permitimos que a família tenha que lidar apenas com a sua dor pela perda e não sobrecarregá-la com outros problemas provocados por um atendimento de má qualidade.

Além de usarmos nossos sentimentos em favor de um atendimento com excelência, podemos usá-los também a nosso favor. De que forma?

Enfatizamos com freqüência, em nossos treinamentos, o privilégio que temos por trabalhar diante da morte cotidianamente, pois ela nos faz pensar a vida. Embora tenhamos todos os dias doses homeopáticas de sofrimento humano, retornamos para nossas famílias e amigos certos da fragilidade da vida e portanto sedentos de aproveitar cada minuto com as pessoas que amamos.

Sinta-se "estranhamente especial" por trabalhar com a morte, mesmo que as pessoas te digam o contrário.



Fonte: Ana Lúcia Naletto e Lélia de Cássia Faleiros Oliveira são psicólogas clínicas do centro de Psicologia Maiêutica, especializadas no trabalho com enlutados e desenvolvem projetos de apoio à família em luto e cursos para equipes de cemitérios, crematórios e funerárias.www.centromaieutica.com.br

 

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Decidir

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Por que às vezes é difícil tomar uma decisão

Para algumas pessoas, tomar uma decisão na maioria das vezes implica numa escolha muito difícil, complicada e até mesmo misteriosa. Parece algo psicológico demais, intrínseco demais e por isso nos dá a sensação de impotência, pois diante de tal situação somos limitados a escolher, ou isso ou aquilo.

É claro que a partir do momento em que tomar uma decisão se torna importante ou nos pega de surpresa, sem que estivéssemos esperando por ela, não nos resta dúvida de que muitas incertezas são instaladas e que certamente teremos que abrir mão de uma coisa em detrimento de outra. A boa notícia é que “tomar uma decisão” é um comportamento como outro qualquer e por isso pode ser aprendido e modificado.

No entanto, o sinal de alerta é acionado porque talvez em sua história de vida tomar uma decisão estivesse relacionado com muito sofrimento. Ou aqueles que tiveram uma educação muito rígida, inflexível e controlada por regras, não eram permitidos enquanto crianças a fazerem suas próprias escolhas, já que seguir as normas e regras era pré-requisito. Ou seja, tornaram-se crianças inseguras e com um fraco repertório comportamental nesse sentido, além de não se apropriarem da criatividade como benefício enriquecedor na resolução de problemas.

É importante deixar claro que, em alguns casos, a escolha que você julga como a mais satisfatória e que lhe daria mais prazer pode estar sendo impedida por alguma outra coisa. E é justamente por isso que será necessário pensar, refletir e então tomar uma decisão.

Tomando uma decisão difícil

Mas como tomar uma decisão?!A dica para tal situação: esgote todas as possibilidades para imaginar diferentes maneiras de obter o que se deseja, nem sempre aquele pensamento que você tanto teme e que o perturba, acontecerá de fato. Para algumas pessoas, ou melhor, para os mais passivos, provavelmente fazer aquele curso tão sonhado que vai acontecer bem no dia do aniversário de seu amigo talvez não se configuraria como um conflito, já que para elas expressar o que desejam nunca é uma prioridade e criam regras internalizadas de que devem ser agradáveis e adequadas o tempo todo, sempre se colocando em segundo plano nas relações.

O fato é que para aqueles que dão a devida importância às suas aspirações é bem provável que sintam-se incomodados com o conflito que acabou de se apresentar. Depois de ter investido em possíveis alternativas, caso realmente a escolha que você gostaria não conseguiu se concretizar devido às evidências apresentadas ou até mesmo depois de uma reflexão acerca da prioridade de escolhas. Perceba que ao se expor você corre o risco de não obter o que esperava, mas por outro lado está se permitindo, se oportunizando, e isso é bom. Entenda que independente da decisão que tomar, ela terá um custo de oportunidade, um custo que poderá ser alto ou baixo, vai depender da sua forma de enxergá-lo. Por que não tentar?

Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

 

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10 sinais de que você pode ter a síndrome do pavio curto

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Reação exagerada a eventos cotidianos pode ser doença; tímidos têm mais propensão a sofrer do problema.

O transtorno explosivo intermitente, também conhecido por síndrome do pavio curto, é um problema que começa a surgir no final da adolescência e início da vida adulta. Sabe aquela pessoa que, do nada, tem um acesso de fúria, grita ou agride alguém, e o estopim foi apenas um pisão no pé sem intenção? Ela tem grandes chances de sofrer da síndrome do pavio curto. A maior característica do problema é ficar extremamente irritado por motivos bobos.

1 - Ter ataques de fúria mais de duas vezes por semana

2 - Reação desproporcional ao evento estressor. A razão sempre é fútil.

3 - Ter surgido no final da adolescência e começo da vida adulta.

4 - Ataques de raiva não se justificam por uso de álcool e substâncias ou outros transtornos mentais.

5 - Ataques podem vir acompanhados de sudorese, formigamento, tremores ou taquicardia. 

6 - Ter casos na família de ataques de fúria.

7 - Se arrepender logo que a raiva passar: ter consciência que feriu alguém de alguma forma. 

8 - Destruir objetos, independente do valor agregado a ele. 

9 - Agredir alguém e até mesmo incendiar algum lugar durante o ataque de raiva.

10 - Impulsividade incontrolável: o ataque de raiva nunca é premeditado.

Esse transtorno, no entanto, acaba comprometendo a vida social, financeira, profissional e jurídica da pessoa. Quem tem uma explosão no trabalho pode ser demitido, ter problemas com a lei – e até mesmo ser preso, no caso de ter agredido alguém na rua, por exemplo. Separações e perda de amigos também são comuns já que ninguém sabe quando e qual será a razão fútil para o próximo ataque de fúria.

A psiquiatra Daniela Gava e o psicólogo Marcelo Gianini, do Hospital São Cristóvão, em São Paulo, explicam que, normalmente, quem sofre da síndrome acaba se arrependendo depois de uma explosão. Além disso, a pessoa percebe claramente que feriu alguém de alguma forma.

Mesmo assim, nem sempre essa reflexão sobre as situações incontroláveis levam o doente a buscar ajuda. Para controlar o problema, é preciso ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

Para os ataques nervosos serem considerados síndrome do pavio curto eles precisam acontecer no mínimo duas vezes na semana e as razões devem ser fúteis. É normal uma pessoa ficar nervosa por algo sério, mas, se por motivos bobos há um descontrole, é necessário visitar um psiquiatra.

Como, afinal, surge a síndrome do pavio curto? Primeiramente há uma causa neurobiológica, que acontece por uma desregulação dos neurotransmissores. Histórico familiar também leva a uma maior propensão a desenvolver o problema. Juntando isso com fatores ambientais do dia a dia, como transporte público diariamente lotado, tecnologia que aumenta cobranças – é necessária estar disponível 24h por dia – e com traumas, como perdas, separações, acidentes, há um conjunto perfeito para o transtorno explosivo intermitente.

Tímidos

Os “reclamões de plantão” acabam sofrendo menos do problema. Os mais afetados são os tímidos, que guardam tudo para si e são passivos.

“Tolerar não significa aceitar. O tímido está fingindo que está tudo bem, mas, no fundo, está sendo agredido. Em algum momento, ele vai estourar”, explica Daniela. “Passividade em excesso não é uma situação que traz bem-estar”, ressalta a psiquiatra.

Outro fator que leva a uma sobrecarga do problema é achar que se muita gente tolera uma situação, é preciso tolerar também. “Não é assim que funciona, são lineares individuais”, explica Daniela.

Para controlar a fúria, é preciso adequar a vida a estratégias, explica o psicólogo Marcelo Gianini, fazendo referência a situações estressoras do dia a dia que não é possível contornar. Como fugir do trânsito do horário de pico? As chances de que isso seja possível são mínimas, então ele defende que é preciso entender que a situação faz parte da vida e que nada vai mudá-la.

Tratamento

A psicoterapia cognitivo-comportamental ajuda a entender porque uma pessoa tem um comportamento explosivo e incontrolável nesses momentos. “Entender por que há esse comportamento ajuda a trabalhar racionalmente. Depois disso, é possível desenvolver outros caminhos e ações para evitar o problema”, conta Gianini.

Em muitos casos, é preciso associar uma medicação junto com a psicoterapia. No entanto, há muito preconceito com os antidepressivos, medicamentos de escolha para essas ocasiões.

“Antidepressivo não deveria levar esse nome porque serve para muitas outras coisas. Ele mexe nos neurotransmissores e diminui a atenção para eventos externos que dão raiva”, explica a psiquiatra.

“Muitos pacientes que resistiam à medicação e passam a fazer uso dela chegam no consultório dizendo: ‘por que demorei tanto tempo para aceitar tomar o remédio?’”, pontua Daniela.

 

 

 

 

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15 eventos imperdíveis para empreendedores em março.

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São Paulo – Quem pensa em empreender pode começar participando de eventos sobre o assunto para conhecer histórias, fazer networking e se aprofundar em determinado mercado ou assunto. Em março, a agenda do empreendedor de EXAME.com está repleta de opções. Há palestras e workshops para donos de pequenas empresasstartups ou franquias.

 

1. Road Show de Franquias
Com o objetivo de promover networking, gerar conteúdo e apresentar diferentes modelos de negócios dentro do sistema de franchising, o Road Show de Franquias acontece em Ribeirão Preto, no dia 13 de março. Promovido pela ba}STOCKLER, o evento terá palestras gratuitas para quem deseja abrir o próprio negócio e contará com a presença de redes de franquias como Devassa, Microlins, OdontoClinic, entre outras. O ingresso é um 1kg de alimento não perecível; mais informações no site da ba}STOCKLER.

2. Startup Weekend Change Makers
O Startup Weekend Change Makers acontece entre os dias 27 e 29 de março, na comunidade do Pavão-Pavãozinho, no Rio de Janeiro, com o objetivo de promover e capacitar pessoas criativas que desejam empreender. Voltado para a resolução de problemas sociais, o evento ocorre também em 17 cidades ao redor do mundo, ao mesmo tempo.

Líderes comunitários, empreendedores, empreendedores sociais, profissionais de marketing, designers e desenvolvedores participarão do evento. As inscrições podem ser feitas no site da Sympla e terminam no dia 6 de março. O custo é de 120 reais por pessoa.

3. Instituto Gênesis da PUC-Rio
O Instituto Gênesis da PUC-Rio está em busca de empreendedores com ideias inovadoras. O instituto apoia empreendimentos inovadores em áreas como áudio, automação, design, educação, energia e petróleo, logística, entre outras. No ano passado, o instituto foi classificado como nona melhor incubadora do mundo no ranking elaborado pela UBI Index. As inscrições serão abertas no dia 13 de maro e vão até o dia 2 de abril e podem ser realizadas no site do instituto.

4. Gestão e UX para Startups
Usabilidade e gestão de equipes são alguns diferenciais para quem deseja ter uma startup de sucesso. A palestra “Gestão de Equipes para o Digital e UX para Startups” é organizada pela Faculdade Impacta e acontece no dia 5 de março, em São Paulo. Igor Magrin, líder de Arquitetura do time de UX da Ogilvy, e Mariana Oliveira, gerente de BI & Monitoramento na RIOT, serão os palestrantes do evento. A entrada é gratuita, mas é preciso se inscrever no site da instituição.

5. FDC Day
Promovido pela Fundação Dom Cabral, o FDC Day acontecerá no dia 4 de março e terá painéis com análises e debates entre professores e executivos. Os participantes poderão discutir quais estratégias de negócios serão eficientes para esse ano. O evento é gratuito, com vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas no site da Fundação.

6. Global Mentoring Walk
O evento é voltado para empreendedoras que estão em busca de networking e mentoria. O ponto de encontro do Global Mentoring Walk é no bairro Vila Guarani, em São Paulo. A caminhada acontece no domingo, dia 8 de março, a partir das 9h30. Para se inscrever, basta acessar o site da Sympla.

7. Digitalize-ME
Organizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o Digitalize-ME terá palestras e workshops com foco na aplicação do uso das redes sociais, comércio eletrônico, marketing digital e mobile marketing no dia-a-dia das empresas. No dia 12 de março, acontecerá em Porto Alegre. Interessados devem se inscrever no site do evento.

8. Como escolher a franquia ideal?
No dia 5 de março, o empresário Nelcindo Nascimento, especializado em gestão de franquias, ministrará a palestra: “Como adquirir uma franquia e acertar na escolha?”. A palestra acontecerá no Shopping Market Place Torre II, em São Paulo. Os interessados em participar devem confirmar presença através do email: contato@nset.com.br

9. 3º Seminário de Sustentabilidade da Amcham São Paulo
O seminário acontece no dia 17 de março, em São Paulo, e é voltado para profissionais de sustentabilidade e gestores. Durante o evento, convidados vão detalhar cases vencedores do Prêmio Eco e debater tendências em sustentabilidade empresarial. O seminário é gratuito para sócios e custa 300 reais para não-sócios. A inscrição pode ser feita no site da Amcham.

10. DemoDay da aceleradora Start You Up 
No dia 19 de março, a aceleradora Start You Up apresentará as startups do ciclo 2014 a investidores e empresários. O evento acontece em Vitória, é gratuito e os interessados podem se inscrever por meio do e-mail contato@startyouup.com.br ou pelo telefone 27-99934-0118.

11. StartContact
Como startups podem usar tecnologia para eliminar intermediários e criar uma relação mais direta entre o seu produto e os clientes? O evento StartContact acontece no dia 5 de março e é organizado pela Eventbrite Brasil com a Zendesk. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site da Eventioz.

12. Café com Empreendedoras da Rede Mulher
A Rede Mulher Empreendedora, em parceria com o Sebrae-SP, promove o Café com Empreendedoras, evento que reúne empresárias que estejam em busca de inspiração e oportunidade para fazer networking. Acontece no dia 27 de março, em São Paulo. O público escolhe quanto quer pagar para participar. Mais informações no site da Sympla.

13. Usabilidade e Marketing para aplicativos mobile
A palestra acontece no dia 14 de março e será ministrada por Felipe Miranda Silva, consultor de Tecnologia na área de Segurança da Informação, web designer e desenvolvedor de aplicativos na plataforma iOS. Organizada pela Faculdade Impacta, a palestra é gratuita e acontece na unidade da Barra Funda, em São Paulo. As inscrições podem ser realizadas no site da instituição.

14. Workshop Produtividade
O workshop será realizado na Amcham Porto Alegre e é voltado para executivos e empreendedores. Com duração de dois dias, o evento abordará os motivos da improdutividade. Além disso, serão apresentados métodos e ferramentas para quem deseja ter uma rotina mais produtiva. O custo é de 1,1 mil reais para sócios e 1,8 mil para não-sócios. As inscrições podem ser realizadas no site da Amcham.

15. Palestra “PIPE E PITE: Programas da FAPESP para a inovação no Estado de São Paulo”
Financiamento de projetos para pequenos empresários é o tema da palestra promovida pelo Centro Universitário da FEI. A palestra poderá ajudar donos de pequenas empresas e novos empreendedores que desejam desenvolver atividades de pesquisa e produtos inovadores, mas que não têm recursos. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas no site do  Leia mais

Programação dos Eventos Particulares – Carnaval BH 2015 Carnaval Do Brasil S/A 2015

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carnaval

A programação do Carnaval Do Brasil S/A 2015 já está confirmada. O evento será realizado no Mirante Olhos D` Água, e irá disponibilizar uma mega estrutura  com área gastronômica, bares, banheiros, estacionamento.

Programação Carnaval Do Brasil S/A –  Sábado – 14/02/2015:

– Bloco do Sargento Pimenta
– Banda Vitória Régia ( A banda do Cantor Tim Maia )
– Bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro
– Alta Fidelidade
– DJ Vitor Sobrinho

Programação Carnaval Do Brasil S/A –  Terça-Feira – 17/02/2015:

– Jorge Ben Jor
– Bloco Chama o Síndico- Bloco do Moreré
– Djs Vitor Sobrinho e Deivid

O passaporte para os 2 dias de festa custa R$ 100,00 (meia entrada). O valor varia de acordo com o lote de vendas. Para mais informações, ligue: (31) 3889-2003.

CARNAVAL DE BH 2015 – PROGRAMAÇÃO DOS BLOCOS DE RUA

O Carnaval dos Blocos de Rua é uma das marcas do Carnaval de Belo Horizonte, confira no vídeo abaixo um pouco do que acontece nas ruas da cidade durante a época de folia.

 

Blocos do Carnaval BH – 12/02/2015 – Quinta

CUTUCA NA CULTURA
Início às 17:30 horas
R. Goiás, 41 – Centro

Blocos do Carnaval BH – 13/02/2015 – Sexta

MOCIDADE DEPENDENTE DE DEUS
Início às 13 horas
R. Manoel Macedo, 360 – Igreja Batista da Lagoinha – São Cristóvão

BEIJO GREGO
Início às 16 horas
R. Rio Vede, 150 – Anchieta

BLOCO FÚNEBRE
Início às 17 horas
Av. Afonso Pena, 4600 – Serra

SEXTA NINGUÉM SABE
Início às 18 horas
R. Fernandes Tourinho, 45 – Savassi

TIRA O QUEIJO
Início às 20 horas
R. Aarão Reis, entre as ruas Caetés e Tupinambás – Centro

Blocos do Carnaval BH – 14/02/2015 -Sábado

BLOCO MURINGUEIRO
Início às 10 horas
R. Juacema, 416 – B. da Graça

BLOCO REI
Início às 10 horas
R. Coração Eucarístico de Jesus, 284 – Coração Eucarístico

DIZ, QUE ME AMA, PÔ
Início às 11 horas
Rua Fernandes Tourinho, 105 – Savassi

BLOCO AFRO FALA TAMBOR E AS SAMBADEIRAS
Início às 12 horas
R. Silvio Romero, 453 – Pompéia

BLOCO DA CALIXTO
Início às 12 horas
Av. Bernardo Monteiro – esquina com Av. Brasil – Funcionários

DRAGÃO DA VILA SÃO JORGE
Início às 13 horas
Av. Silva Lobo, 1730 – Grajaú

QUEM NÃO SE COMUNICA, SE TRUMBICA!
Início às 13 horas
Av. Álvares Cabral, 400 – Lourdes

AFOXÉ BANDARERÊ
Início às 13 horas
Praça do México – Concórdia

MOCIDADE DEPENDENTE DE DEUS
Início às 13 horas
R. Manoel Macedo, 360 – Igreja Batista da Lagoinha – São Cristóvão

BEAGÁ
Início às 14 horas
Rua Dr. Pedro Pinto, 292 – Caiçara

BLOCO DO CSAMBA!
Início às 14 horas
R. Araguari, 1541 – Santo Agostinho

DAQUI NÓIS NUM ARREDA O PÉ
Início às 14 horas
Av. Getúlio Vargas, 216 – Funcionários

DE SEU BENTO À DONA LÚCIA
Início às 14 horas
Praça Arcângelo Maletta – B.- Santa Lúcia

NARCOSADOS
Início às 14 horas
R. Piauí, 1714– Funcionários

TOCO CRÚ PEGANDO FOGO
Início às 14 horas
R. Coração Eucarístico de Jesus, 121 – Coração Eucarístico

BLOCO DA LÍNGUA
Início às 15 horas
R. Nilo, 364 – São Salvador

BLOCO REAL
Início às 15 horas
R.Sergipe, 1493 – Funcionários

BLOCO DU SEU PAI E FILHAS DE GABY
Início às 16 horas
Av. Afonso Pena, 1150 – Centro

BLOCO CAMAFEU, BLOCO ODARA, BLOCO FITA AMARELA E CHICO AMARAL
Início às 16 horas
R. Ceará, 1568 –Funcionários

GRUPO DOS DADOS E DADAS
Início às 17 horas
Praça da Savassi – entre as Av. Getúlio Vargas e Cristóvão Colombo – Savassi

Blocos do Carnaval BH – 15/02/2015 – Domingo

BLOCO DA CAPOEIRA
Início às 09 horas
R. Rio de Janeiro, 600– Centro

BLOQUIM DUBEM
Início às 09 horas
R. Deputado Bernardino Sena Figueiredo, 1022 – Cidade Nova

BLOCO MURINGUEIRO
Início às 10 horas
R. Juacema, 416 – B. da Graça

BLOCO DAZÍNDIAS
Início às 10 horas
Praça da Liberdade – Funcionários

BLOCO RECEBA A GALINHA PULANDO
Início às 10 horas
Praça da Liberdade – Funcionários

BLOCO DAS PRIMAS
Início às 11 horas
R. Antônio Falabela, 205 – Santa Terezinha

SÓ FRITURAS
Início às 11 horas
Av. Prudente de Morais, 666 – Cidade Jardim

ORDINÁÁÁÁRIOS
Início às 13 horas
Av. Pasteur, 10 – Santa Efigênia

MOCIDADE DEPENDENTE DE DEUS
Início às 13 horas
R. Manoel Macedo, 360 – Igreja Batista da Lagoinha – São Cristóvão

BLOCO DO TCHA TCHA TCHA
Início às 15:30 horas
R. Fernandes Tourinho, 317– Savassi

BAIANEIROS
Início às 14 horas
R. Dr. Sylvio Menicucci, 699 – Castelo

JÂNGALOVERS
Início às 14 horas
R. Outono, 523 – Cruzeiro

BLOCO OFICINA TAMBOLELÊ
Início às 14 horas
Praça Rio Branco “Praça da Rodoviária” – Centro

BLOCO DOS MAGNATAS
Início às 14 horas
Praça da Liberdade, 317 – Funcionários

DAQUI NÓIS NUM ARREDA O PÉ
Início às 14 horas
Av. Getúlio Vargas, 216 – Funcionários

TOCO CRÚ PEGANDO FOGO
Início às 14 horas
R. Coração Eucarístico de Jesus, 121 – Coração Eucarístico

BLOCO DOS VALETES
Início às 14 horas
Praça Lions, 69 – Floresta

BLOCO DOS CARECAS
Início às 15 horas
Praça da Bandeira, 137 – Serra

BLOCO ENCHE MEU COPO
Início às 15 horas
Praça Santa Rita, 10 – Esplanada

BLOCO REAL
Início às 15 horas
R.Sergipe, 1493 – Funcionários

CONEXÃO TRIBAL
Início às 16 horas
Praça da Liberdade – Funcionários

MACAIA
Início às 16 horas
Praça da Liberdade, 450 &nd

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Chuvas acertam região e nível do Cantareira sobe

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CANTARERA

Hoje, o Cantareira opera com 6,1% da sua capacidade: 0,2 ponto porcentual a mais do que no dia anterior, quando estava com 5,9%

Após registrar a maior chuva de fevereiro, o Sistema Cantareira, principal manancial de São Paulo, aumentou o volume de água nos seus reservatórios pelo quinto dia consecutivo, segundo relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), publicado nesta terça-feira, 10.

O nível de outros quatro mananciais também subiu. A exceção, pelo segundo dia seguido, foi o Sistema Rio Grande, que se manteve estável.

Nesta terça, o Cantareira opera com 6,1% da sua capacidade: 0,2 ponto porcentual a mais do que no dia anterior, quando estava com 5,9%. O atual cálculo da Sabesp já considera duas cotas do volume morto, uma de 182,5 bilhões e outra de 105 bilhões de litros de água, que foram acrescentadas em maio e outubro de 2014, respectivamente.

Sobre a região do manancial, a pluviometria foi de 35,5 milímetros - a maior deste mês. O volume de chuva fez a pluviometria acumulada de fevereiro saltar para 121,1 milímetros, o que corresponde a cerca de 61% do valor esperado para o mês inteiro.

O Cantareira não registra nenhuma queda há nove dias, período em que o manancial conseguiu recuperar 1,1 ponto porcentual da sua capacidade.

Outros mananciais

Além do Cantareira, outros quatro mananciais tiveram aumento e apenas o Sistema Rio Grande ficou estável, em 78,8%. Proporcionalmente, o Guarapiranga foi, mais uma vez, quem teve a maior alta, de 0,8 ponto porcentual.

O reservatório opera com 54,2% da capacidade, ante 53,4% do dia anterior.

Por sua vez, o Alto Tietê subiu 0,1 ponto porcentual e está com 12,7% - número que leva em conta 39,4 bilhões de litros do volume morto. Já os Sistemas Rio Claro e Alto Cotia subiram 0,2 ponto porcentual e operam com 31,3% e 33,3%.

 

 

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O Cotidiano daqueles que trabalham com a morte.

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                campo

 

Com recursos cada vez mais sofisticados, o homem contemporâneo tem desenvolvido tecnologias que permitem, entre outras coisas, grandes avanços na engenharia genética. Os conhecimentos da Medicina permitem não só a criação da vida "in vitro", mas também possibilita o prolongamento da vida daqueles que estão sob risco de morte. Tudo quase perfeito para esquecermos que somos MORTAIS.

 

• A Morte como Ofensa a Sociedade

 

Se, por um lado, encontramos grandes investimentos na preparação para os acontecimentos que cercam o processo de nascimento, por outro lado, pouco ou quase nada se investe quando se trata de enfrentar o desfecho da vida humana: a morte e suas conseqüências para os que ficam. A própria palavra parece produzir um afastamento natural das pessoas, e são raras as considerações sobre as melhores formas de encaminhamento para esse doloroso processo. Se o nascimento sinaliza o início do ciclo da vida, a morte, sua contraface, sinaliza o fim desse ciclo: o término da vida. Assim, não resta lugar para a morte, que passa a ser negada, escamoteada, tida como ofensa para os humanos. E, cada vez mais, em nossa cultura, afastamos-nos da idéia da morte para não entrarmos em contato com nossa própria impotência.

 

Contudo, sabemos que a morte continua sendo uma realidade diária e, queiramos ou não, precisa ser encarada com o respeito e os cuidados necessários pelos profissionais que com ela lidam, seja no contexto hospitalar, em cemitérios, crematórios ou funerárias.

 

Neste sentido, podemos perguntar-nos: como ficam aqueles que trabalham diretamente com a morte?

 

• O (Des)Preparo dos Funcionários do Setor Funerário.

 

Pouca atenção tem sido dada para a capacitação de funcionários de cemitérios e funerárias no que se refere ao contato com o cliente enlutado e, sobretudo, em relação ao suporte necessário para lidarem, no dia-a-dia, com uma das maiores angústias humanas: a perda de um ente querido.

 

Em especial, trataremos neste texto do (des)preparo das equipes de cemitérios, crematórios e funerárias em relação ao tema morte e luto. Diante dessa realidade, precisamos, em primeiro lugar, entender que despreparo em relação ao processo da morte não significa falta de experiência dos profissionais que se ocupam desse setor.

 

Costumamos encontrar pessoas com muitos anos de trabalho na área, experientes em seu ofício - sepultar, vender jazigos, preparar corpos, velórios -, o que lhes confere uma habilidade especial para o dia-a-dia do cemitério e do setor funerário - tarefa nada fácil. Mas será que apenas um bom tempo de experiência é suficiente para qualificar os profissionais para lidarem com a morte?

 

De que tipo de qualificação estamos falando, então?

 

• A Necessária Qualificação

 

Em primeiro lugar, é preciso compreender que trabalhar diretamente com a morte é entrar em contato, todos os dias - em cada cena de sepultamento, de velório, de contato com os familiares enlutados em visitas ao cemitério -, com a própria vulnerabilidade em relação a esses acontecimentos e sentimentos. Um dos depoimentos mais freqüentes de funcionários de cemitério é a comoção diante de um sepultamento de criança ou de uma morte trágica. Obviamente estamos falando de dilemas existenciais humanos. E os funcionários de cemitérios, crematórios e funerárias são seres humanos por excelência. Por conviverem e trabalharem todos os dias com esses episódios, precisam de cuidados e de um espaço de reflexão e discussão sobre estes acontecimentos e sentimentos que tanto os tocam profissional e pessoalmente. Este é o primeiro e grande objetivo da preocupação com esses funcionários no que se refere à capacitação.

 

Em segundo lugar, precisamos capacitar os funcionários do serviço funerário e do cemitério, desde o porteiro até o sepultador, para atender o cliente enlutado. Em geral, as pessoas que são atendidas pelo setor funerário estão vivenciando o início de um processo de luto e, portanto, estão sob forte impacto das reações psicológicas provenientes da perda. Denominamos PROCESSO DE LUTO ao conjunto destas reações. O processo de luto é caracterizado pelo trabalho interno que uma pessoa faz para conseguir desligar-se de alguém com quem mantinha um forte vínculo, e que morreu.

 

Neste sentido, é de extrema importância que os funcionários conheçam o processo de luto para que possam compreender as reações dos clientes e desenvolverem formas adequadas de lidar com eles, garantindo um atendimento humanizado e de qualidade ímpar.

 

Promover a capacitação desses funcionários é oportunizar uma identidade para profissionais de um segmento tão desconsiderados em nossa sociedade.

 

O investimento dos cemitérios, crematórios e funerárias nos seus funcionários tem sido, cada vez mais, um projeto de qualidade dessas instituições, a fim de serem reconhecidas como um segmento empresarial e se destacarem pela excelência dos serviços que prestam, tanto do ponto de vista técnico como do ponto de vista ético e humano.

 

Fonte: Ana Lúcia Naletto e Lélia Faleiros Oliveira são psicólogas do Centro Maiêutica e desenvolve

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