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Incentivo ao empreendedorismo social, o projeto Rebeldes com Causa, da marca masculina Reserva, quer revelar os “heróis reais” desse país

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Rebeldes com Causa é o nome do novo projeto abraçado pela grife masculina Reserva, que apoia onze iniciativas sociais no Brasil. Para Rony Meisler, CEO do grupo, o projeto representa uma nova atitude do mundo empresarial. “Se temos ferramentas que podem ajudar os empreendedores sociais, por que não compartilhar em prol de um mundo com mais oportunidades? Somos todos interligados de alguma forma”, afirma Rony. “Esse é o projeto da minha vida e estou muito feliz, pois vejo a materialização dos sonhos destes jovens empreendedores sociais”. 

Em busca de iniciativas de destaque, Rony conheceu muitas histórias. “Uma que me marcou foi a do Luti Guedes. Com apenas 21 anos, ele já é embaixador da ONU para a educação no Brasil, construiu uma biblioteca, levantou uma escola e implementou projetos de saúde, direitos humanos e microcrédito em uma comunidade ribeirinha da Ilha de Marajó, no Pará. Ele foi inspirador para sairmos atrás de outros rebeldes e colaborarmos em seus projetos”.

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As iniciativas mostram “rebeldes” cheios de idealismo, inconformidade, garra e persistência, que criam acessibilidade a esportes para portadores de deficiência física, oportunidades na vida de quem tem poucas chances ou mesmo projetos para levar música de qualidade para grupos esquecidos.

Agora, o próximo passo da marca Reserva é a realização dos compromissos feitos com os onze empreendedores. “Isso implica uma série de medidas, como a criação de produtos com renda revertida para a manutenção dos projetos sociais”, diz o empresário, que pretende, a cada dois anos, descobrir novos rebeldes com causas que inspirem as pessoas a evoluir. “Ao conhecer esses jovens empreendedores, percebi o tempo que perdemos esperando soluções do Estado para os problemas sociais do país, e aí esquecemos nossa própria responsabilidade, como co-criadores desta história. Se cada cidadão ou empresa puder fazer alguma coisa para melhorar o ambiente, a qualidade de vida de um pequeno núcleo, a vida de uma pessoa, já faz diferença. Imaginem se essa moda pega?”, especula Rony. É para isso que torcemos.

 

 

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Quando Chega o Natal!

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natal

Há tantos afazeres que tomam nossa atenção e tempo, durante o ano. Há tantas pessoas com as quais convivemos, interagimos ou simplesmente passam pelo nosso caminho. Mas quando chega o fim do ano e, principalmente, quando chega o Natal, nosso coração e nossa mente se recolhe. Criamos espaço interior de silêncio e de paz para, mais uma vez, acolher e seguir os ensinamentos do Mestre Divino. Iniciamos um canto de gratidão, acompanhado de ações de fraternidade, procurando responder aos muitos convites que nos faz a Festa do Aniversário de JESUS. Quando chega o Natal, somos convidados a iluminar nosso espaço interior, a recordar e passar adiante a linda história do Menino Deus, de seus pais e de tudo o que compunha o cenário daquela Noite Santa, cheia de mistério, de graça e de paz. Quando chega o Natal, corremos para os arquivos do nosso coração de criança e recordarmos nossas celebrações cheias de candura, expectativas e fantasias. Percebemos o quanto ainda é importante para nós  a presença dos familiares, amigos, de palavras de carinho e até de algum presente. Quando chega o Natal, percebemos que o ano passou rápido e não conseguimos realizar todos os nossos sonhos e planos.  Mesmo assim, temos muito para agradecer. Então, bendizemos ao Pai Celeste por presentear-nos com Seu Filho Jesus e por tantos outros presentes.

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Conhecer o Processo do Luto

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Conhecer o Processo de Luto - Importante Ferramenta para o Profissional do Setor Funerário
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Conhecer o Processo de Luto - Importante Ferramenta para o Profissional do Setor Funerário

No texto anterior falamos sobre algumas competências necessárias para aqueles que trabalham com o luto. Partimos do pressuposto de que as competências exigidas já delimitam, de certa forma, a especificidade do profissional desse setor. O segmento de cemitérios e funerárias parece não ter o devido reconhecido no mercado empresarial porque lida com a morte, assunto que nossa cultura tenta evitar. Desta crença equivocadamente, se imagina que qualquer pessoa pode trabalhar no setor, não sendo necessário especialização ou investimento de formação profissional.

 

Trabalhar com a Morte Requer Profissionalização:

O trabalho com a morte requer especialização e investimento, afinal nós não trabalhamos somente para a pessoa falecida, mas também para aqueles que se despedem dela e precisam de excelência no atendimento. 

Na enquête feita pelo site FOL sobre as competências para lidar com a morte, pouca gente (5,34%) apontou o conhecimento do processo de luto como uma competência necessária para os profissionais do setor. 

Gostaríamos de fazer algumas considerações sobre esse resultado.

A primeira delas é de que o próprio segmento pode não estar reconhecendo a necessidade de se profissionalizar. Neste sentido, profissionalizar significa ampliar o conhecimento sobre o campo de trabalho.

 

Outra consideração importante é quanto à idéia de que o conhecimento do luto é exclusivo da área da psicologia e, portanto, não poderá trazer contribuições para a atuação dos funcionários de cemitérios e funerárias. Temos acompanhado de perto o diferencial de um atendimento feito por uma equipe qualificada, ou seja, que teve formação no estudo do luto e pôde se apropriar de alguns conhecimentos necessários para lidar melhor com as famílias enlutadas.

 

Por que Entender Sobre Processo de Luto?

Compreender as manifestações de um processo de luto, principalmente nos estágios iniciais, ajuda muito no trabalho e no contato com os familiares enlutados para poder atendê-los em suas necessidades, uma vez que se encontram num estado emocional atípico e que tem características próprias.

 

Vejamos algumas características deste processo:

 

• Sensação de entorpecimento

Ao receber a notícia da morte, o enlutado entra num estado que chamamos de entorpecimento, ou seja, parece que a realidade e o sonho se misturam. Ele pode ficar assim por algumas horas ou até mesmo por alguns dias. Este estado de entorpecimento dificulta o enlutado pensar objetivamente, tomar decisões e resolver coisas, mesmo que sejam coisas simples.

 

Assim, já temos elementos para pensar que a abordagem dos profissionais de cemitérios e funerárias, deva ser diferenciada neste momento:

 

-em primeiro lugar o profissional, sabendo deste estado do enlutado deve orientá-lo de que precisarão tomar decisões objetivas e ver se ele mesmo quer fazê-lo ou se elege alguém da família que esteja em melhor condição.

- o profissional deve também ser claro, objetivo, repetitivo em algumas formalizações e muito paciente para explicar os procedimentos, pois a compreensão e o raciocínio do enlutado estão prejudicados neste momento.

 

• Sentimentos de desamparo

A sensação de desamparo é algo muito forte no enlutado, de forma que as atitudes externas podem ampará-lo ou não. Se o funcionário que o atende for ético e sensível poderá ajudá-lo a buscar clareza nas decisões, dando mais orientações. Contudo o que vemos é que alguns profissionais se aproveitam deste estado de fragilidade para oferecer produtos e serviços desnecessários, priorizando interesses comerciais e não humanos.

 

• Raiva

O sentimento de tristeza do enlutado é reconhecido por todos, mas a raiva nem sempre é aceita pelo meio. Em geral, o enlutado pode vir a sentir muita raiva da vida, das pessoas, de Deus, dos médicos, do mundo. Estes sentimentos de raiva são intensos e refletem a incompreensão diante da morte. Não é raro que eles direcionem esta raiva também aos profissionais do cemitério ou funerária.

 

Neste caso, o profissional deve compreender que a raiva não é uma manifestação pessoal contra ele e ter o máximo de paciência e auto-controle no contato com o enlutado. Realmente não é fácil, mas é necessário.

 

• Emoções fortes

Um turbilhão de sensações e emoções invade o enlutado. O sofrimento psicológico parece colocá-lo numa forte agitação física ou num estágio quase letárgico. Fortes crises de choro e comportamentos incontidos podem aparecer neste momento. A intensidade das emoções pode desorientar a pessoa a tal ponto que esta apresente dificuldades para se localizar no tempo e no espaço. Desta forma, o profissional do setor funerário deve orientar as famílias enlutadas com relação à organização do cerimonial, espaços físicos do cemitério (banheiro, lanchonete, etc) e horários, funcionando como agente organizador num momento em que a desorganização pessoal é intensa. As manifestações acima descritas, fazem parte do inicio do processo de luto.

 

Temos sido procuradas por profissionais da área que buscam condutas para aliviar a dor do enlutado. Sabemos, no entanto, que a dor é parte do processo de luto, sendo necessária para que ele se efetive. È importante destacar que não cabe ao profissional do segmento de cemitérios e funerárias, aplacar ou tentar tirar a dor do luto. O importante é que se crie um campo adequado para que a dor do enlutado seja vivida de forma a não ser agravada ainda mais por fatores externos e por um atendimento inadequado.

 

Fonte: Ana Lúcia Naletto e Lélia Faleiros Oliveira são psicólogas do Centro Maiêutica e desenvolvem trabalhos na área de luto em cemitérios, crematórios e funerárias. www.centromaieutica.com.br

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Boa noite Vizinhança

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Boa noite vizinhança

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O ator e comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños, o Chaves, morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. Ele estava em sua casa em Cancún, e a causa ainda não foi informada; Bolaños enfrentava problemas físicos desde o ano passado. A informação foi confirmada por noticiários da rede mexicana Televisa e já repercute entre atores do seriado no Twitter, como Édgar Vivar, o Sr. Barriga.

O grande pequeno menino Chaves, que divertia todas as gerações quando começava aquela música de abertura. Todos corriam para frente da TV, já sintonizada no SBT, e se preparavam para as risadas. Risadas essas que não eram difíceis de se conseguir pois, só com suas piadas consideradas bobas e inocentes, a alegria era garantida. Era um humor sincero e que vinha do coração. Não era um humor que estaria tentando fazer as pessoas rirem simplesmente, mas nos permitir refletir sobre a sociedade e ver o lado positivo.

“Chaves”, a história do menino que morava em um bairro típico de meados do século 20 no México, com uma par de famílias disfuncionais vivendo ao redor.

Nessa série, não apenas os mexicanos, mas muitos na América Latina puderam se ver refletidos. Uma criança que vive em um barril e que vemos como vulnerável faz-nos ver as nossas próprias vulnerabilidades. No bairro de Chaves estão todos os personagens que podem ser encontradas na vida cotidiana. E parte do sucesso, de alguma forma, estava um pouco na crítica social, na injustiça.

 

Além de ser a mente por trás desse humor “universal”, Bolaños teve a capacidade de inovar num momento em que a televisão estava sob intensa crítica por parte das autoridades.

 

É com grande pesar que o mundo se despede de Roberto Bolaños, nosso eterno Chaves e Chapolin. Ícone do humor latino, o ator conseguia divertir quem quer que fosse, estando de bom ou mau humor, rico ou pobre, jovem ou velho. Neste momento, todos sentimos o mesmo que Édgar Vivar, que interpretava o ansioso Sr. Barriga: "De todas as pancadas que você já me deu, amigo, essa foi a que doeu mais”. Que seu carisma seja eterno.

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Morador do DF faz site para pessoas que morreram.

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Morador do DF faz site para criação de perfis de pessoas mortas

O estudante de Engenharia da Computação, Thiago Vinícius Corrêa, criou um site em que familiares podem homenagear pessoas que morreram. O portal reúne perfis dos falecidos com direito a biografia, vídeos, músicas e até localização da sepultura no cemitério por meio de GPS.

Quem adquire o perfil passa a ser o administrador do perfil, com acesso por senha. Como em outras redes sociais, outros familiares podem visitar a página da pessoa que morreu e deixar comentários e tributos.

O site oferece três modelos: o básico, com direito a biografia, cem fotos, obituário e memorial de tributos; o intermediário, com os mesmo serviços e mais 150 fotos, vídeos e músicas e o perfil completo com postagens ilimitadas de fotos e até 10 vídeos e 10 músicas. Em todos os tipos de perfis, o obituário conta com serviço de localização da sepultura em cemitérios por meio de GPS. Os preços variam de R$ 90 a R$ 290.

A família ainda pode contratar serviços adicionais, como a retirada de um banner de patrocínio, a um preço anual de R$ 2.99 ou o aviso de missa de sétimo dia e aniversário de morte a R$ 20 reais anuais. Os serviços são contratados por meio do site www.memorialonline.com.br.

Mineiro do pequeno município de Arcos, Thiago conta que sempre teve o hábito de conversar com os conhecidos sobre a história das famílias e familiares que morreram. Veio para o Distrito Federal estudar e trabalhar, mas não deixou o costume e, ao perceber que, por aqui, as pessoas não falavam muito sobre suas origens e eram muito ligadas à tecnologia, decidiu unir o útil ao agradável

O projeto ganhou corpo depois que ele trabalhou em uma rede de funerária do DF. O site foi lançado no dia 2 de novembro, Dia de Finados, e conta com mais de 100 perfis, média de 20 adesões diárias.

— O brasileiro tem mania de querer achar que nunca vai morrer e achar que falar nisso atrai alguma coisa, mas quando alguém próximo morre é que vê que queria ter alguma lembrança, poder fazer uma homenagem.

 

 

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Corinthias vai lançar cemitério exclusivo para os seus torcedores

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O Corinthians colocará em prática um projeto que começou a esboçar em 2012, quando o vice-presidente Luis Paulo Rosenberg queria evitar que os corintianos fossem enterrados “ao lado de um torcedor chato”. Às 14 horas desta quinta-feira, no Parque São Jorge, o clube lançará o cemitério “Corinthians para sempre”.

O local já está sendo construído em Itaquaquecetuba, a menos de 50 km de São Paulo, em parceria com o Grupo Memorial. Preocupados com a aceitação da iniciativa, representantes da empresa têm evitado usar a palavra “cemitério” ao abordar o projeto exclusivo para corintianos.

O Corinthians já oferecia aos seus torcedores a possibilidade de um seguro de assistência funeral, também com o nome “Corinthians para sempre”. Ao custo de R$ 27 (plano individual) ou R$ 35 (plano familiar) mensais, era possível promover um velório personalizado, com bandeira, coroa de flores (sem folhas verdes, para não remeter ao rival Palmeiras) e carro funerário corintiano.

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Filme : A morte lhe cai bem!

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Madeline (Meryl Streep) é uma estrela de Hollywood neurótica por beleza. Há alguns anos ela “roubou” o noivo de sua amiga Helen (Goldie
Hawn), que ficou traumatizada, engordou e desistiu de cuidar da aparência. Mas agora as duas se cruzam e Helen está linda, deixando Madeline
morrendo de inveja e com medo de perder o marido. Madeline recorre então a uma poção mágica que impediria o envelhecimento, sem
saber que este é o mesmo segredo da rival. Elas começam uma verdadeira batalha para ver quem é mais atraente que a outra, sem saber que a poção
provocou um efeito colateral: mesmo levando tiros, quebrando os ossos e tudo mais, elas não morrem. E pior: ficou mais difícil cuidar da beleza.

Gênero: Comédia
Direção: Robert Zemeckis
Trilha Sonora: Alan Silvestri
VALE ASSISTIR | A morte lhe cai bem

 

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Agente Funerário conta histórias de enterros inusitados.

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Imagine um enterro em que o morto levou uma picape para a sepultura. Ou então um funeral em que o caixão continha uma coleção de revistas Playboy. O responsável por esses últimos desejos foi o americano Robert D. Webster. Agente funerário há mais de 30 anos nos EUA, Webster é autor de um livro sobre o assunto e conta aqui essas e outras histórias inusitadas que acontecem em enterros. 

agente

 

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