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Decidir

Por que às vezes é difícil tomar uma decisão Para algumas pessoas, tomar uma decisão na maioria das vezes implica numa escolha muito difícil, complicada e até mesmo misteriosa. Parece algo psicológico demais, intrínseco demais e por isso nos dá a sensação de impotência, pois diante de tal situação somos limitados a escolher, ou isso ou aquilo. É claro que a partir do momento em que tomar uma decisão se torna importante ou nos pega de surpresa, sem que estivéssemos esperando por ela, não nos resta dúvida de que muitas incertezas são instaladas e que certamente teremos que abrir mão de uma coisa em detrimento de outra. A boa notícia é que “tomar uma decisão” é um comportamento como outro qualquer e por isso pode ser aprendido e modificado. No entanto, o sinal de alerta é acionado porque talvez em sua história de vida tomar uma decisão estivesse relacionado com muito sofrimento. Ou aqueles que tiveram uma educação muito rígida, inflexível e controlada por regras, não eram permitidos enquanto crianças a fazerem suas próprias escolhas, já que seguir as normas e regras era pré-requisito. Ou seja, tornaram-se crianças inseguras e com um fraco repertório comportamental nesse sentido, além de não se apropriarem da criatividade como benefício enriquecedor na resolução de problemas. É importante deixar claro que, em alguns casos, a escolha que você julga como a mais satisfatória e que lhe daria mais prazer pode estar sendo impedida por alguma outra coisa. E é justamente por isso que será necessário pensar, refletir e então tomar uma decisão. Tomando uma decisão difícil Mas como tomar uma decisão?!A dica para tal situação: esgote todas as possibilidades para imaginar diferentes maneiras de obter o que se deseja, nem sempre aquele pensamento que você tanto teme e que o perturba, acontecerá de fato. Para algumas pessoas, ou melhor, para os mais passivos, provavelmente fazer aquele curso tão sonhado que vai acontecer bem no dia do aniversário de seu amigo talvez não se configuraria como um conflito, já que para elas expressar o que desejam nunca é uma prioridade e criam regras internalizadas de que devem ser agradáveis e adequadas o tempo todo, sempre se colocando em segundo plano nas relações. O fato é que para aqueles que dão a devida importância às suas aspirações é bem provável que sintam-se incomodados com o conflito que acabou de se apresentar. Depois de ter investido em possíveis alternativas, caso realmente a escolha que você gostaria não conseguiu se concretizar devido às evidências apresentadas ou até mesmo depois de uma reflexão acerca da prioridade de escolhas. Perceba que ao se expor você corre o risco de não obter o que esperava, mas por outro lado está se permitindo, se oportunizando, e isso é bom. Entenda que independente da decisão que tomar, ela terá um custo de oportunidade, um custo que poderá ser alto ou baixo, vai depender da sua forma de enxergá-lo. Por que não tentar? Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)  

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