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Alguém Faleceu?

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morreu

Em junho de 2019,o CNJ publicou  informações úteis para aqueles que presenciaram o falecimento de algum ente querido. Nessas horas, é preciso estar atento a alguns procedimentos burocráticos que vão depender do local onde a pessoa faleceu e se ela deixou bens ou não.

Quando a morte acontece no hospital, no próprio local é emitida a Declaração de Óbito. Com o documento em mão, o familiar deve ir a uma agência do serviço funerário ou casa funerária. Caso o falecido tenha deixado registrado em cartório sua decisão pela cremação (ou se a família assim o desejar), a declaração terá de ser assinada por dois médicos.
Se o falecimento ocorrer dentro de uma residência, é necessário ir a uma Delegacia de Polícia para fazer um Boletim de Ocorrência. Se for constatada a morte natural, o corpo é encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), que vai estabelecer a causa específica da morte e, em seguida, emitirá o Atestado de Óbito. Em caso de morte suspeita, será necessário aguardar o fim do trabalho de perícia e investigação que envolva o corpo, o que inclui a necropsia no Instituto Médico Legal (IML).
Quando a morte acontecer em uma via pública é necessário chamar a polícia, que irá encaminhar o corpo para o IML.

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Casal faz música sobre a morte e grava clipe em cemitério

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casal

Em Campo Grande, os namorados Ana Maria e Pedro Fatori agora formam uma dupla musical. Juntos há um ano, os dois deram início ao projeto “Vozmecê” para falar da vida e seus desafios através da música, mas com uma linguagem mais leve e autêntica das letras a melodia. Assim nasceu a música “Ampulheta”, trabalho que fala da morte e teve clipe gravado dentro de cemitérios públicos da cidade.

A letra começou a ser composta em 2014 pelo Pedro, após a morte de Roberto Gómez Bolaños, mais conhecido pelo personagem “Chaves”, que marcou a infância de muita gente. “A parte final foi feita esse ano, com minha ajuda, pensando numa resposta para a morte”, explica Ana.

O tempo voa e a vida continua, justamente isso que Ana e Pedro tentam passar com a música sobre a morte, como proposta de levar ao conforto e “levar a angústia para brincar”.

Por isso, tiveram a ideia de gravar dentro do cemitério, cantando e até mesmo deitando entre as tumbas. “Queríamos passar a sensação de que a morte está intimamente relacionada com a vida, embora seja o outro lado da moeda. Isso ajuda a perceber onde nós estamos e que a gente continua vivo apesar da morte e das lembranças de quem já se foi”, explica.

O clipe foi feito em abril e lançado na última segunda-feira. O projeto tem nove meses e as influências da dupla são cheias de brasilidades, como Milton nascimento, Mutantes, BaianaSystem, Belchior e Novos Baianos.

“Nosso trabalho autoral trata de assuntos delicados e problemas que enfrentamos dentro da sociedade, até mesmo que banalizam a arte, mas tudo isso de uma maneira leve”.

Fonte: Campo Grande News    

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Prefeitura do Rio realiza transferência de titularidade de jazigos perpétuos

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Titular que não estiver regularizado pode perder o jazigo

A prefeitura começou a fazer a transferência de titularidade dos jazigos perpétuos nos cemitérios públicos do Rio. O serviço estava suspenso há cinco anos, e muita gente está com os dados desatualizados.

Agora, o titular que não estiver regularizado (o que representa, atualmente, cerca de 80% dos proprietários), pode perder o jazigo, causando transtornos na hora de enterrar um familiar ou amigo. A ação atinge os 13 cemitérios da cidade.

Há dois tipos de jazigo: o temporário e o perpétuo. Os temporários são usados por até 3 anos, sendo obrigatória a exumação dos restos mortais. Depois desse período, o jazigo volta a ser disponibilizado pela concessionária para uma nova locação e, por isso, não pode ser transferido.

Já no perpétuo, o titular adquire o direto de uso da terra daquele jazigo. O terreno segue pertencendo ao município, mas o titular fica responsável pela manutenção, pagamento de tarifas e demais obrigações. Entre seus direitos, o titular poderá indicar beneficiários que poderão usufruir do jazigo.

Nos últimos cinco anos essa transferência estava suspensa porque o procedimento era feito de maneira não regulamentar e gerava muitas fraudes e irregularidades. Cerca de 80% das famílias que possuem jazigos não estão regularizadas.

A única forma de fazer o sepultamento de uma pessoa que não estava como beneficiária, caso o titular já tivesse falecido, era por meio de alvará, que é um processo mais demorado. Ou seja, apenas o titular tinha o poder de não apenas transferir sua posição, como também de acrescentar mais pessoas como beneficiárias.

A partir de agora, o serviço volta a ser permitido com regras definidas. As concessionárias Riopax e Reviver são as novas responsáveis pela transferência.

As duas alegam que a nova forma é mais transparente e garante maior segurança e conforto para as famílias durante o processo, principalmente para o titular e o beneficiário. A partir de agora, mesmo que o titular já tenha falecido, a titularidade pode ser transferida, com o acréscimo de novos beneficiários.

Assim, o jazigo não fica em situação de abandono. Para regularização é necessário procurar as concessionárias, que montaram postos de atendimentos em uma sede da prefeitura para facilitar o acesso da população.

Passo a Passo para abertura do processo

  • As tarifas cemiteriais devem estar quitadas e o Jazigo precisa estar vazio;
  • Mediante convocação feita pelas Concessionárias, o subconcessionário irá comparecer à sede das concessionárias ou ao cemitério público do respectivo Jazigo;
  • Entrega da documentação exigida, com efetuação do pagamento da tarifa de Abertura do Processo (TAP);
  • Assinatura do Termo de Adesão;
  • Análise documental do processo de transferência de titularidade;
  • Mediante aprovação da análise documental, o subconcessionário ou cedente serão convocados para pagamento da tarifa de transferência de titularidade.
  • Após o cumprimento de todas as exigências, será feita a emissão do novo título de subconcessão.

Fonte: G1 Rio de Janeiro

Em Santa Maria também tem recadastramento

Os donos de espaços que não fizeram o recadastramento podem perder os direitos de cessão de uso.

O objetivo é sistematizar o cemitério para seguir com os trabalhos. Além disso, para a manutenção dos espaços, há o pagamento de uma anuidade, que deve ser regularizada através desse cadastramento.

O Grupo L Formolo administra dois cemitérios de Santa Maria. O Cemitério São José passou por este processo em 2017 e, dos 1,6 mil jazigos e túmulos existentes, 1,2 mil foram recadastrados. Os demais foram desapropriados. As ossadas que estavam nesses túmulos foram exumadas, identificadas e realocadas em outro espaço do cemitério, o que também pode acontecer no Santa Rita.

Privatizado – A L Formolo é uma empresa de Caxias do Sul, e assumiu em 2017 a administração dos cemitérios São José e Santa Rita, por 15 anos, renovável por mais 15. O contrato da empresa com a prefeitura de Santa Maria prevê a manutenção dos espaços e a exploração dos serviços de cemitério e de crematório.  O serviço, que ainda não é oferecido na cidade, deve começar até 2020.

Fonte: GauchaZH

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Funeral de cachorro em Ilhéus chama atenção na internet

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Um velório pra lá de inusitado chamou a atenção de Ilhéus, as imagens foram parar nas redes sociais e acabou viralizando.

Um cão foi velado num bairro do município com direito a caixão , vestimenta especial e flores.

Segundo a Funerária que fez o serviço de embalsamento pós vida do cão, o caixão é desenvolvido especialmente para animais de estimação, mas a empresa não realiza velórios, processos de conservação e sepultamentos de cachorros, apenas vende a urna.

O G1 Bahia tentou contato com os proprietários do animal, mas eles não foram localizados. A causa da morte do animal e local onde foi sepultado não foram informados.

O texto do G1 começa com a seguinte frase: “Será se essa moda pega? Se pegar é certo que logo teremos funerárias especializadas em funeral para cachorro“. Mal sabem, coitados, a quantidade de empresa especializada em funeral pet que existe por esse Brasil! Inclusive a Pax de Minas Sete Lagoas possui um plano para pet!

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Cemitérios de Hong Kong ilustram fotografias icônicas

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Cemitérios representam a tradição cultural numa cidade que avança além da imaginação. A falta de espaço força a busca pela cremação Hong Kong tem um dos skylines mais impressionantes do mundo: arranha-céus contemporâneos se elevam em meio às montanhas e ao porto, casas antigas aninhadas entre estruturas futuristas, luzes de neon, paisagens quase distópicas.Mas entre as inúmeras arquiteturas notáveis de Hong Kong, seus espaços dedicados à morte não encontram paralelo em nenhuma outra parte do mundo. Ao longo de cinco anos, o fotógrafo de arquitetura Finbarr Fallon registrou os cemitérios hiperdensos de Hong Kong, explorando a geometria sublime de suas covas e jazigos escalonados em uma série intitulada “Dead Space”.Os cemitérios ocupam as encostas das montanhas devido à extrema densidade urbana e às tradições chinesas de Feng Shui. Por mais abarrotados que possam parecer, os cemitérios são realmente muito caros, portanto, inacessíveis para a maioria.Além das despesas, há também o obstáculo das restrições de espaço, razão pela qual o governo de Hong Kong agora está incentivando a cremação em vez de enterros. Hoje, esses cemitérios representam uma interseção abstrata entre tradição, vida eterna e demandas dos dias modernos.

 

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Polêmica sobre a obrigatoriedade de mantas funerárias em Curitiba

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Dever de proteger lençóis freáticos de contaminação não deve ser transferido à sociedade, afirma diretor da Luto Curitiba.
 
A vereadora Maria Leticia Fagundes, do Partido Verde, protocolou na última semana um projeto de lei que pretende tornar obrigatório o uso de invólucros ou mantas funerárias em cadáveres, com o objetivo de evitar que o líquido de coliquação – também conhecido como “necrochorume” – contamine o solo e os recursos hídricos próximos aos cemitérios. Para Luis Kuminek, diretor da Luto Curitiba, empresa referência no mercado de auxílio funeral, se aprovado, o projeto de lei vai transferir ao cidadão uma responsabilidade que é dos cemitérios e dos órgãos de licenciamento e fiscalização ambientais, onerando as famílias usuárias do Serviço Funerário de Curitiba sem necessariamente produzir um benefício para o meio ambiente.

Além do aumento no custo do funeral, já que a manta no tamanho padrão (para falecidos de média estatura e peso) atualmente é comercializada na capital por valores que variam entre R$ R$ 250,00 e R$ 580,00, há também a questão do impacto ambiental: “a única consequência certa da obrigatoriedade da utilização da manta funerária será o aumento no volume de lixo produzido pelos cemitérios”, afirma Kuminek.

A vereadora, que é médica legista, argumenta que em 2003 o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) reconheceu o método de sepultamento como potencialmente nocivo ao meio ambiente e passou a exigir licenciamento ambiental para a instalação de cemitérios. Kuminek explica: “Mesmo antes de 2003, os cemitérios já passavam por processo de licenciamento ambiental. Para a obtenção da licença é preciso que o cemitério adote uma série de medidas para prevenir a contaminação do solo e dos recursos hídricos das proximidades, como sistema de escoamento de águas pluviais, limitação da profundidade e impermeabilização dos túmulos, afastamento mínimo das divisas, entre outras”.

Após aprovado, o licenciamento dos cemitérios passa por renovação periódica, durante a qual os cemitérios passam por fiscalização rigorosa e precisam demonstrar que as medidas de prevenção estão funcionando, ou seja, que não há contaminação do solo da região em que está instalado. “Esse processo envolve a coleta de uma amostra da água do lençol freático da área, que passa por análises bacteriológica e físico-química, com o objetivo de comparar a qualidade com aquela aferida em medições anteriores. Se ficar demonstrada a degradação da água, ou seja, a sua contaminação, a licença não é renovada”, explica Kuminek. “Nesses casos, o cemitério pode ser interditado, até que medidas corretivas possam ser adotadas, ou até mesmo fechado”, afirma o diretor da Luto Curitiba.

Conforme a legislação vigente, cabe ao IAP e às Secretarias Municipais do Meio Ambiente licenciar corretamente e fiscalizar os cemitérios para que não ocorra a contaminação do solo e do lençol freático. O texto do Projeto de Lei da vereadora Maria Letícia Fagundes, por sua vez, prevê que a compra da manta seja obrigatória e o valor seja cobrado diretamente dos usuários do Serviço Funerário do Município de Curitiba. “Se esse texto for aprovado, será atribuída ao cidadão da capital uma responsabilidade que é dos cemitérios e dos órgãos públicos”, finaliza Luis.

Sobre a Luto Curitiba
A Luto Curitiba foi fundada em 1991 e é referência no mercado de auxílio funeral. A empresa atende mais de 20 mil clientes e é líder no segmento pela excelência no atendimento e serviços prestados. Oferece planos de assistência funeral e orientação aos associados sobre os trâmites necessários para dar andamento ao funeral. Mais informações no site http://www.lutocuritiba.com.br.

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Morreu modelo brasileiro que desmaiou durante desfile em São Paulo

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O jovem modelo Tales Cotta, de 26 anos, morreu, no sábado, depois de ter desmaiado durante um desfile da 47ª Semana da Moda de São Paulo, no Brasil.

Foi durante a apresentação do estilista Igor Bastos que Tales Cotta caiu desamparado na passarela. O modelo foi prontamente assistido no local por cerca

de 12 bombeiros e, segundo escreve o jornal "A Folha de São Paulo", foi depois levado para o Pronto Socorro Municipal da Lapa.

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