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Como ajudar os refugiados no Brasil

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Grafite em muro de Sorocaba, no interior paulista: imagem de garoto sírio que virou mártir da crise de refugiados

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Cremação

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Cremação - A Escolha da Familia e a Relação com as Cinzas

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Mulher dada como morta acorda antes de seu funeral na Alemanha

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Uma idosa de 92 anos dada como morta por seu médico acordou em quarto refrigerado de uma casa funerária
na Alemanha .Os promotores estão processando, por lesões corporais e negligência, o médico que declarou a morte.
O médico teria atestado a morte da idosa, que estava gravemente doente, depois que um cuidador a encontrou sem
pulso e sem respiração na casa de repouso onde vivia.A idosa foi encontrada viva por um funcionário da casa funerária
para onde ela tinha sido levada. Segundo relatos ela acordou gritando. Esta na sala de refrigeração.
Levada ao hospital, ela morreu dois dias depois de uma doença cardíaca não relacionada com o incidente.
 
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Débora, a História da "Menina Santa" do Cemitério.

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Uma história de violência na zona leste de São Paulo no começo dos anos 1980 transformou para sempre o cotidiano do maior cemitério do Brasil, localizado no bairro da vila Formosa, também na zona leste. Débora Campo de Oliveira, de apenas 5 anos, foi morta e esquartejada por uma vizinha que tinha ciúmes do carinho que o marido sentia por ela. Em janeiro daquele 1983, ela foi sepultada em uma das quadras do cemitério mais famoso da zona leste e não demorou muito para que o seu local de descanso eterno virasse ponto de peregrinação.

Segundo o administrador do cemitério Vila Formosa I, Antônio Tagino da Silva, a "Menina Débora", como é conhecida, ganhou status de milagreira assim que foi enterrada no local.  “Essa criança foi sepultada aqui e, a partir daí, foi criado um culto religioso. As pessoas comparecem, principalmente aos finais de semana, para fazer pedidos para a menina”, disse.

Após alguns anos de culto religioso ao sepultamento da menina, a administração do cemitério decidiu reservar toda a quadra para Débora, que tem seu túmulo isolado em uma das áreas mais famosas do cemitério.

Ao chegarmos ao local, nossa equipe encontrou um taxista que acabara de acender algumas velas para a menina considerada santa pelos moradores da região. “Toda segunda-feira eu venho até o cemitério para acender algumas velas e fazer pedidos”, disse Mário Célio de Souza, 73 anos, que confessou não conhecer direito a história da menina sepultada.

Além das velas, o túmulo da criança sempre está decorado com brinquedos, doces e até uma mamadeira. Por causa dos alimentos deixados por lá, a proliferação de insetos pe inevitável.Segundo a administração do cemitério, aos finais de semana grupos se reúnem ao redor da sepultura para fazer pedidos e orações. Quem passa por ali, garante que os pedidos feitos para a menina Débora são atendidos.

 

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Os preços dos carros para julho, segundo a Tabela Molicar

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A Tabela Molicar, de EXAME.com, foi atualizada para julho com os preços efetivamente cobrados pelas concessionárias na venda de alguns dos principais carros novos e usados no fim de junho.

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Os 7 erros mais comuns cometidos no pós-venda

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 Quando acaba uma negociação? Para muitos empreendedores, ela termina quando o cliente adquire o produto ou o serviço oferecido. Segundo especialistas, porém, a chave para que esse consumidor volte a comprar no negócio é fazer um bom atendimento após a venda ser fechada.

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Personificação da morte

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A morte como uma entidade sensível é um conceito que existe em muitas sociedades desde o início da história.

 

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Quando a Natureza Inverte a Ordem: Sepultamento de Criança

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"Cada morte de uma criança enfatiza o mistério ao qual estamos mergulhados, e que não é silencioso: ele fala alto" (Lya Luft)


Conta uma antiga história que um velho imperador pai de muitos filhos e avó de muitos netos sofria todos os dias de um medo terrível frente à possibilidade de perder essas pessoas que lhe eram tão preciosas. Ele tenta se valer de toda sua influência e poder para conseguir fórmulas e procedimentos que garantissem aos seus filhos e netos vida longa e a felicidade que ele tanto desejava.
Certo dia, um velho sábio deixa no livro sagrado do imperador, as seguintes palavras '"os avós, morrem, os pais morrem e os filhos morrem". Ao ler tais desejos, o imperador tomou-os como maldição e enfurecido pediu que o velho se explicasse sob pena de ser preso. Diante da exigência do imperador , o sábio respondeu:
- Majestade, eu não sei receitas para impedir a morte. Ela virá de qualquer forma, o que eu posso desejar é que ela venha na ordem natural. Desejo que vossa majestade morra antes que seus filhos e que estes morram antes de seus netos, por isso invoquei a morte na ordem da felicidade: "os avós morrem, os filhos morrem, os netos morrem".



Assim como o imperador da história acima, sempre esperamos que os acontecimentos sigam um curso natural. Insistimos em ignorar a consciência da finitude da vida, embora faça parte de nosso acervo de conhecimentos e só a encaramos quando bate em nossa porta.

A perda de um ente querido por morte produz um longo e árduo trabalho de luto que na definição de Mazorra (2001,p.1) "... é um processo de reconstrução, de reorganização diante da morte, desafio emocional e cognitivo com o qual o sujeito tem que lidar" . Se não bastassem todas essas tarefas, um agravante a mais se impõe quando morre uma criança. Nós, que acompanhamos famílias enlutadas, sabemos quanto esse fato é desorganizador e produz ceticismo, revolta e muita raiva. Quem disse que luto é só tristeza? Sentimentos que podem se alastrar nos familiares que perdem uma criança são a raiva e a incompreensão por um processo de inversão da natureza. Mesmo sabendo que a morte é inevitável esperamos sempre que os mais velhos morram primeiro. É muito comum que os pais que enterram seus filhos jovens, levem um tempo longo para se conformarem com a perda tão precoce.

Tudo parece escapar da nossa compreensão e do nosso controle, quando vimos a morte prematura, e muitas vezes violenta, de uma criança. Uma reviravolta surge em todas as certezas humanas, produzindo ruídos e dores dilacerantes. Nós, que trabalhamos direta ou indiretamente com a morte, não estamos imunes a este sofrimento diante da morte de crianças e jovens. A idade ou o tipo de morte é sempre uma variável de reflexão e ensinamento muito particular.

Na nossa condição humana de "ser" há um discurso implícito que nos rodeia com muitas fantasias de que crianças e jovens são eternos, simbolizam a vida, o começo, os sonhos, o futuro. Quando somos colocados na exata dimensão de nossa existência - a finitude - nos deparamos com uma verdade tensa e escorregadia.

Em nossos cursos para equipes de cemitérios e funerárias, ouvimos com freqüência depoimentos acerca do sentimento de angústia e sofrimento dos sepultadores e agentes funerários quando têm que lidar com um corpo infantil. Como Lya Luft escreveu recentemente em um artigo para Revista VEJA, trata-se de uma tarefa difícil que produz um "zoom" nos mistérios nos quais estamos mergulhados e fala muito alto em nossos ouvidos.

Como cuidadores dos corpos, dos sepultamentos e das famílias enlutadas, precisamos aprender a usar nossos sentimentos diante das adversidades a que somos expostos no trabalho com a finalidade de torná-los nossos parceiros em um atendimento sempre ético, empático e humanizado. Sensibilizados diante de uma família em sofrimento por uma morte de criança ou jovem, devemos nos empenhar ao máximo para criar boas condições de luto para esta família.

O que são boas condições de luto, afinal, para alguém que teve uma perda tão dolorida? 

O que chamamos de boas condições de luto é um leque de ações da equipe de cemitério e funerária, bem estruturadas, delicadas e assertivas, desde o manejo do corpo até os trâmites administrativos. Quando um atendimento é demorado, indelicado ou pouco preciso, ele sobrecarrega a família com problemas que ela não precisaria viver e não cria boas condições de luto. Assim, as condições que favorecem um bom luto são aquelas nas quais permitimos que a família tenha que lidar apenas com a sua dor pela perda e não sobrecarregá-la com outros problemas provocados por um atendimento de má qualidade.

Além de usarmos nossos sentimentos em favor de um atendimento com excelência, podemos usá-los também a nosso favor. De que forma?

Enfatizamos com freqüência, em nossos treinamentos, o privilégio que temos por trabalhar diante da morte cotidianamente, pois ela nos faz pensar a vida. Embora tenhamos todos os dias doses homeopáticas de sofrimento humano, retornamos para nossas famílias e amigos certos da fragilidade da vida e portanto sedentos de aproveitar cada minuto com as pessoas que amamos.

Sinta-se "estranhamente especial" por trabalhar com a morte, mesmo que as pessoas te digam o contrário.



Fonte: Ana Lúcia Naletto e Lélia de Cássia Faleiros Oliveira são psicólogas clínicas do centro de Psicologia Maiêutica, especializadas no trabalho com enlutados e desenvolvem projetos de apoio à família em luto e cursos para equipes de cemitérios, crematórios e funerárias.www.centromaieutica.com.br

 

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Por que às vezes é difícil tomar uma decisão

Para algumas pessoas, tomar uma decisão na maioria das vezes implica numa escolha muito difícil, complicada e até mesmo misteriosa. Parece algo psicológico demais, intrínseco demais e por isso nos dá a sensação de impotência, pois diante de tal situação somos limitados a escolher, ou isso ou aquilo.

É claro que a partir do momento em que tomar uma decisão se torna importante ou nos pega de surpresa, sem que estivéssemos esperando por ela, não nos resta dúvida de que muitas incertezas são instaladas e que certamente teremos que abrir mão de uma coisa em detrimento de outra. A boa notícia é que “tomar uma decisão” é um comportamento como outro qualquer e por isso pode ser aprendido e modificado.

No entanto, o sinal de alerta é acionado porque talvez em sua história de vida tomar uma decisão estivesse relacionado com muito sofrimento. Ou aqueles que tiveram uma educação muito rígida, inflexível e controlada por regras, não eram permitidos enquanto crianças a fazerem suas próprias escolhas, já que seguir as normas e regras era pré-requisito. Ou seja, tornaram-se crianças inseguras e com um fraco repertório comportamental nesse sentido, além de não se apropriarem da criatividade como benefício enriquecedor na resolução de problemas.

É importante deixar claro que, em alguns casos, a escolha que você julga como a mais satisfatória e que lhe daria mais prazer pode estar sendo impedida por alguma outra coisa. E é justamente por isso que será necessário pensar, refletir e então tomar uma decisão.

Tomando uma decisão difícil

Mas como tomar uma decisão?!A dica para tal situação: esgote todas as possibilidades para imaginar diferentes maneiras de obter o que se deseja, nem sempre aquele pensamento que você tanto teme e que o perturba, acontecerá de fato. Para algumas pessoas, ou melhor, para os mais passivos, provavelmente fazer aquele curso tão sonhado que vai acontecer bem no dia do aniversário de seu amigo talvez não se configuraria como um conflito, já que para elas expressar o que desejam nunca é uma prioridade e criam regras internalizadas de que devem ser agradáveis e adequadas o tempo todo, sempre se colocando em segundo plano nas relações.

O fato é que para aqueles que dão a devida importância às suas aspirações é bem provável que sintam-se incomodados com o conflito que acabou de se apresentar. Depois de ter investido em possíveis alternativas, caso realmente a escolha que você gostaria não conseguiu se concretizar devido às evidências apresentadas ou até mesmo depois de uma reflexão acerca da prioridade de escolhas. Perceba que ao se expor você corre o risco de não obter o que esperava, mas por outro lado está se permitindo, se oportunizando, e isso é bom. Entenda que independente da decisão que tomar, ela terá um custo de oportunidade, um custo que poderá ser alto ou baixo, vai depender da sua forma de enxergá-lo. Por que não tentar?

Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

 

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10 sinais de que você pode ter a síndrome do pavio curto

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Reação exagerada a eventos cotidianos pode ser doença; tímidos têm mais propensão a sofrer do problema.

O transtorno explosivo intermitente, também conhecido por síndrome do pavio curto, é um problema que começa a surgir no final da adolescência e início da vida adulta. Sabe aquela pessoa que, do nada, tem um acesso de fúria, grita ou agride alguém, e o estopim foi apenas um pisão no pé sem intenção? Ela tem grandes chances de sofrer da síndrome do pavio curto. A maior característica do problema é ficar extremamente irritado por motivos bobos.

1 - Ter ataques de fúria mais de duas vezes por semana

2 - Reação desproporcional ao evento estressor. A razão sempre é fútil.

3 - Ter surgido no final da adolescência e começo da vida adulta.

4 - Ataques de raiva não se justificam por uso de álcool e substâncias ou outros transtornos mentais.

5 - Ataques podem vir acompanhados de sudorese, formigamento, tremores ou taquicardia. 

6 - Ter casos na família de ataques de fúria.

7 - Se arrepender logo que a raiva passar: ter consciência que feriu alguém de alguma forma. 

8 - Destruir objetos, independente do valor agregado a ele. 

9 - Agredir alguém e até mesmo incendiar algum lugar durante o ataque de raiva.

10 - Impulsividade incontrolável: o ataque de raiva nunca é premeditado.

Esse transtorno, no entanto, acaba comprometendo a vida social, financeira, profissional e jurídica da pessoa. Quem tem uma explosão no trabalho pode ser demitido, ter problemas com a lei – e até mesmo ser preso, no caso de ter agredido alguém na rua, por exemplo. Separações e perda de amigos também são comuns já que ninguém sabe quando e qual será a razão fútil para o próximo ataque de fúria.

A psiquiatra Daniela Gava e o psicólogo Marcelo Gianini, do Hospital São Cristóvão, em São Paulo, explicam que, normalmente, quem sofre da síndrome acaba se arrependendo depois de uma explosão. Além disso, a pessoa percebe claramente que feriu alguém de alguma forma.

Mesmo assim, nem sempre essa reflexão sobre as situações incontroláveis levam o doente a buscar ajuda. Para controlar o problema, é preciso ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

Para os ataques nervosos serem considerados síndrome do pavio curto eles precisam acontecer no mínimo duas vezes na semana e as razões devem ser fúteis. É normal uma pessoa ficar nervosa por algo sério, mas, se por motivos bobos há um descontrole, é necessário visitar um psiquiatra.

Como, afinal, surge a síndrome do pavio curto? Primeiramente há uma causa neurobiológica, que acontece por uma desregulação dos neurotransmissores. Histórico familiar também leva a uma maior propensão a desenvolver o problema. Juntando isso com fatores ambientais do dia a dia, como transporte público diariamente lotado, tecnologia que aumenta cobranças – é necessária estar disponível 24h por dia – e com traumas, como perdas, separações, acidentes, há um conjunto perfeito para o transtorno explosivo intermitente.

Tímidos

Os “reclamões de plantão” acabam sofrendo menos do problema. Os mais afetados são os tímidos, que guardam tudo para si e são passivos.

“Tolerar não significa aceitar. O tímido está fingindo que está tudo bem, mas, no fundo, está sendo agredido. Em algum momento, ele vai estourar”, explica Daniela. “Passividade em excesso não é uma situação que traz bem-estar”, ressalta a psiquiatra.

Outro fator que leva a uma sobrecarga do problema é achar que se muita gente tolera uma situação, é preciso tolerar também. “Não é assim que funciona, são lineares individuais”, explica Daniela.

Para controlar a fúria, é preciso adequar a vida a estratégias, explica o psicólogo Marcelo Gianini, fazendo referência a situações estressoras do dia a dia que não é possível contornar. Como fugir do trânsito do horário de pico? As chances de que isso seja possível são mínimas, então ele defende que é preciso entender que a situação faz parte da vida e que nada vai mudá-la.

Tratamento

A psicoterapia cognitivo-comportamental ajuda a entender porque uma pessoa tem um comportamento explosivo e incontrolável nesses momentos. “Entender por que há esse comportamento ajuda a trabalhar racionalmente. Depois disso, é possível desenvolver outros caminhos e ações para evitar o problema”, conta Gianini.

Em muitos casos, é preciso associar uma medicação junto com a psicoterapia. No entanto, há muito preconceito com os antidepressivos, medicamentos de escolha para essas ocasiões.

“Antidepressivo não deveria levar esse nome porque serve para muitas outras coisas. Ele mexe nos neurotransmissores e diminui a atenção para eventos externos que dão raiva”, explica a psiquiatra.

“Muitos pacientes que resistiam à medicação e passam a fazer uso dela chegam no consultório dizendo: ‘por que demorei tanto tempo para aceitar tomar o remédio?’”, pontua Daniela.

 

 

 

 

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