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Programação dos Eventos Particulares – Carnaval BH 2015 Carnaval Do Brasil S/A 2015

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carnaval

A programação do Carnaval Do Brasil S/A 2015 já está confirmada. O evento será realizado no Mirante Olhos D` Água, e irá disponibilizar uma mega estrutura  com área gastronômica, bares, banheiros, estacionamento.

Programação Carnaval Do Brasil S/A –  Sábado – 14/02/2015:

– Bloco do Sargento Pimenta
– Banda Vitória Régia ( A banda do Cantor Tim Maia )
– Bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro
– Alta Fidelidade
– DJ Vitor Sobrinho

Programação Carnaval Do Brasil S/A –  Terça-Feira – 17/02/2015:

– Jorge Ben Jor
– Bloco Chama o Síndico- Bloco do Moreré
– Djs Vitor Sobrinho e Deivid

O passaporte para os 2 dias de festa custa R$ 100,00 (meia entrada). O valor varia de acordo com o lote de vendas. Para mais informações, ligue: (31) 3889-2003.

CARNAVAL DE BH 2015 – PROGRAMAÇÃO DOS BLOCOS DE RUA

O Carnaval dos Blocos de Rua é uma das marcas do Carnaval de Belo Horizonte, confira no vídeo abaixo um pouco do que acontece nas ruas da cidade durante a época de folia.

 

Blocos do Carnaval BH – 12/02/2015 – Quinta

CUTUCA NA CULTURA
Início às 17:30 horas
R. Goiás, 41 – Centro

Blocos do Carnaval BH – 13/02/2015 – Sexta

MOCIDADE DEPENDENTE DE DEUS
Início às 13 horas
R. Manoel Macedo, 360 – Igreja Batista da Lagoinha – São Cristóvão

BEIJO GREGO
Início às 16 horas
R. Rio Vede, 150 – Anchieta

BLOCO FÚNEBRE
Início às 17 horas
Av. Afonso Pena, 4600 – Serra

SEXTA NINGUÉM SABE
Início às 18 horas
R. Fernandes Tourinho, 45 – Savassi

TIRA O QUEIJO
Início às 20 horas
R. Aarão Reis, entre as ruas Caetés e Tupinambás – Centro

Blocos do Carnaval BH – 14/02/2015 -Sábado

BLOCO MURINGUEIRO
Início às 10 horas
R. Juacema, 416 – B. da Graça

BLOCO REI
Início às 10 horas
R. Coração Eucarístico de Jesus, 284 – Coração Eucarístico

DIZ, QUE ME AMA, PÔ
Início às 11 horas
Rua Fernandes Tourinho, 105 – Savassi

BLOCO AFRO FALA TAMBOR E AS SAMBADEIRAS
Início às 12 horas
R. Silvio Romero, 453 – Pompéia

BLOCO DA CALIXTO
Início às 12 horas
Av. Bernardo Monteiro – esquina com Av. Brasil – Funcionários

DRAGÃO DA VILA SÃO JORGE
Início às 13 horas
Av. Silva Lobo, 1730 – Grajaú

QUEM NÃO SE COMUNICA, SE TRUMBICA!
Início às 13 horas
Av. Álvares Cabral, 400 – Lourdes

AFOXÉ BANDARERÊ
Início às 13 horas
Praça do México – Concórdia

MOCIDADE DEPENDENTE DE DEUS
Início às 13 horas
R. Manoel Macedo, 360 – Igreja Batista da Lagoinha – São Cristóvão

BEAGÁ
Início às 14 horas
Rua Dr. Pedro Pinto, 292 – Caiçara

BLOCO DO CSAMBA!
Início às 14 horas
R. Araguari, 1541 – Santo Agostinho

DAQUI NÓIS NUM ARREDA O PÉ
Início às 14 horas
Av. Getúlio Vargas, 216 – Funcionários

DE SEU BENTO À DONA LÚCIA
Início às 14 horas
Praça Arcângelo Maletta – B.- Santa Lúcia

NARCOSADOS
Início às 14 horas
R. Piauí, 1714– Funcionários

TOCO CRÚ PEGANDO FOGO
Início às 14 horas
R. Coração Eucarístico de Jesus, 121 – Coração Eucarístico

BLOCO DA LÍNGUA
Início às 15 horas
R. Nilo, 364 – São Salvador

BLOCO REAL
Início às 15 horas
R.Sergipe, 1493 – Funcionários

BLOCO DU SEU PAI E FILHAS DE GABY
Início às 16 horas
Av. Afonso Pena, 1150 – Centro

BLOCO CAMAFEU, BLOCO ODARA, BLOCO FITA AMARELA E CHICO AMARAL
Início às 16 horas
R. Ceará, 1568 –Funcionários

GRUPO DOS DADOS E DADAS
Início às 17 horas
Praça da Savassi – entre as Av. Getúlio Vargas e Cristóvão Colombo – Savassi

Blocos do Carnaval BH – 15/02/2015 – Domingo

BLOCO DA CAPOEIRA
Início às 09 horas
R. Rio de Janeiro, 600– Centro

BLOQUIM DUBEM
Início às 09 horas
R. Deputado Bernardino Sena Figueiredo, 1022 – Cidade Nova

BLOCO MURINGUEIRO
Início às 10 horas
R. Juacema, 416 – B. da Graça

BLOCO DAZÍNDIAS
Início às 10 horas
Praça da Liberdade – Funcionários

BLOCO RECEBA A GALINHA PULANDO
Início às 10 horas
Praça da Liberdade – Funcionários

BLOCO DAS PRIMAS
Início às 11 horas
R. Antônio Falabela, 205 – Santa Terezinha

SÓ FRITURAS
Início às 11 horas
Av. Prudente de Morais, 666 – Cidade Jardim

ORDINÁÁÁÁRIOS
Início às 13 horas
Av. Pasteur, 10 – Santa Efigênia

MOCIDADE DEPENDENTE DE DEUS
Início às 13 horas
R. Manoel Macedo, 360 – Igreja Batista da Lagoinha – São Cristóvão

BLOCO DO TCHA TCHA TCHA
Início às 15:30 horas
R. Fernandes Tourinho, 317– Savassi

BAIANEIROS
Início às 14 horas
R. Dr. Sylvio Menicucci, 699 – Castelo

JÂNGALOVERS
Início às 14 horas
R. Outono, 523 – Cruzeiro

BLOCO OFICINA TAMBOLELÊ
Início às 14 horas
Praça Rio Branco “Praça da Rodoviária” – Centro

BLOCO DOS MAGNATAS
Início às 14 horas
Praça da Liberdade, 317 – Funcionários

DAQUI NÓIS NUM ARREDA O PÉ
Início às 14 horas
Av. Getúlio Vargas, 216 – Funcionários

TOCO CRÚ PEGANDO FOGO
Início às 14 horas
R. Coração Eucarístico de Jesus, 121 – Coração Eucarístico

BLOCO DOS VALETES
Início às 14 horas
Praça Lions, 69 – Floresta

BLOCO DOS CARECAS
Início às 15 horas
Praça da Bandeira, 137 – Serra

BLOCO ENCHE MEU COPO
Início às 15 horas
Praça Santa Rita, 10 – Esplanada

BLOCO REAL
Início às 15 horas
R.Sergipe, 1493 – Funcionários

CONEXÃO TRIBAL
Início às 16 horas
Praça da Liberdade – Funcionários

MACAIA
Início às 16 horas
Praça da Liberdade, 450 &nd

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Chuvas acertam região e nível do Cantareira sobe

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CANTARERA

Hoje, o Cantareira opera com 6,1% da sua capacidade: 0,2 ponto porcentual a mais do que no dia anterior, quando estava com 5,9%

Após registrar a maior chuva de fevereiro, o Sistema Cantareira, principal manancial de São Paulo, aumentou o volume de água nos seus reservatórios pelo quinto dia consecutivo, segundo relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), publicado nesta terça-feira, 10.

O nível de outros quatro mananciais também subiu. A exceção, pelo segundo dia seguido, foi o Sistema Rio Grande, que se manteve estável.

Nesta terça, o Cantareira opera com 6,1% da sua capacidade: 0,2 ponto porcentual a mais do que no dia anterior, quando estava com 5,9%. O atual cálculo da Sabesp já considera duas cotas do volume morto, uma de 182,5 bilhões e outra de 105 bilhões de litros de água, que foram acrescentadas em maio e outubro de 2014, respectivamente.

Sobre a região do manancial, a pluviometria foi de 35,5 milímetros - a maior deste mês. O volume de chuva fez a pluviometria acumulada de fevereiro saltar para 121,1 milímetros, o que corresponde a cerca de 61% do valor esperado para o mês inteiro.

O Cantareira não registra nenhuma queda há nove dias, período em que o manancial conseguiu recuperar 1,1 ponto porcentual da sua capacidade.

Outros mananciais

Além do Cantareira, outros quatro mananciais tiveram aumento e apenas o Sistema Rio Grande ficou estável, em 78,8%. Proporcionalmente, o Guarapiranga foi, mais uma vez, quem teve a maior alta, de 0,8 ponto porcentual.

O reservatório opera com 54,2% da capacidade, ante 53,4% do dia anterior.

Por sua vez, o Alto Tietê subiu 0,1 ponto porcentual e está com 12,7% - número que leva em conta 39,4 bilhões de litros do volume morto. Já os Sistemas Rio Claro e Alto Cotia subiram 0,2 ponto porcentual e operam com 31,3% e 33,3%.

 

 

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O Cotidiano daqueles que trabalham com a morte.

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                campo

 

Com recursos cada vez mais sofisticados, o homem contemporâneo tem desenvolvido tecnologias que permitem, entre outras coisas, grandes avanços na engenharia genética. Os conhecimentos da Medicina permitem não só a criação da vida "in vitro", mas também possibilita o prolongamento da vida daqueles que estão sob risco de morte. Tudo quase perfeito para esquecermos que somos MORTAIS.

 

• A Morte como Ofensa a Sociedade

 

Se, por um lado, encontramos grandes investimentos na preparação para os acontecimentos que cercam o processo de nascimento, por outro lado, pouco ou quase nada se investe quando se trata de enfrentar o desfecho da vida humana: a morte e suas conseqüências para os que ficam. A própria palavra parece produzir um afastamento natural das pessoas, e são raras as considerações sobre as melhores formas de encaminhamento para esse doloroso processo. Se o nascimento sinaliza o início do ciclo da vida, a morte, sua contraface, sinaliza o fim desse ciclo: o término da vida. Assim, não resta lugar para a morte, que passa a ser negada, escamoteada, tida como ofensa para os humanos. E, cada vez mais, em nossa cultura, afastamos-nos da idéia da morte para não entrarmos em contato com nossa própria impotência.

 

Contudo, sabemos que a morte continua sendo uma realidade diária e, queiramos ou não, precisa ser encarada com o respeito e os cuidados necessários pelos profissionais que com ela lidam, seja no contexto hospitalar, em cemitérios, crematórios ou funerárias.

 

Neste sentido, podemos perguntar-nos: como ficam aqueles que trabalham diretamente com a morte?

 

• O (Des)Preparo dos Funcionários do Setor Funerário.

 

Pouca atenção tem sido dada para a capacitação de funcionários de cemitérios e funerárias no que se refere ao contato com o cliente enlutado e, sobretudo, em relação ao suporte necessário para lidarem, no dia-a-dia, com uma das maiores angústias humanas: a perda de um ente querido.

 

Em especial, trataremos neste texto do (des)preparo das equipes de cemitérios, crematórios e funerárias em relação ao tema morte e luto. Diante dessa realidade, precisamos, em primeiro lugar, entender que despreparo em relação ao processo da morte não significa falta de experiência dos profissionais que se ocupam desse setor.

 

Costumamos encontrar pessoas com muitos anos de trabalho na área, experientes em seu ofício - sepultar, vender jazigos, preparar corpos, velórios -, o que lhes confere uma habilidade especial para o dia-a-dia do cemitério e do setor funerário - tarefa nada fácil. Mas será que apenas um bom tempo de experiência é suficiente para qualificar os profissionais para lidarem com a morte?

 

De que tipo de qualificação estamos falando, então?

 

• A Necessária Qualificação

 

Em primeiro lugar, é preciso compreender que trabalhar diretamente com a morte é entrar em contato, todos os dias - em cada cena de sepultamento, de velório, de contato com os familiares enlutados em visitas ao cemitério -, com a própria vulnerabilidade em relação a esses acontecimentos e sentimentos. Um dos depoimentos mais freqüentes de funcionários de cemitério é a comoção diante de um sepultamento de criança ou de uma morte trágica. Obviamente estamos falando de dilemas existenciais humanos. E os funcionários de cemitérios, crematórios e funerárias são seres humanos por excelência. Por conviverem e trabalharem todos os dias com esses episódios, precisam de cuidados e de um espaço de reflexão e discussão sobre estes acontecimentos e sentimentos que tanto os tocam profissional e pessoalmente. Este é o primeiro e grande objetivo da preocupação com esses funcionários no que se refere à capacitação.

 

Em segundo lugar, precisamos capacitar os funcionários do serviço funerário e do cemitério, desde o porteiro até o sepultador, para atender o cliente enlutado. Em geral, as pessoas que são atendidas pelo setor funerário estão vivenciando o início de um processo de luto e, portanto, estão sob forte impacto das reações psicológicas provenientes da perda. Denominamos PROCESSO DE LUTO ao conjunto destas reações. O processo de luto é caracterizado pelo trabalho interno que uma pessoa faz para conseguir desligar-se de alguém com quem mantinha um forte vínculo, e que morreu.

 

Neste sentido, é de extrema importância que os funcionários conheçam o processo de luto para que possam compreender as reações dos clientes e desenvolverem formas adequadas de lidar com eles, garantindo um atendimento humanizado e de qualidade ímpar.

 

Promover a capacitação desses funcionários é oportunizar uma identidade para profissionais de um segmento tão desconsiderados em nossa sociedade.

 

O investimento dos cemitérios, crematórios e funerárias nos seus funcionários tem sido, cada vez mais, um projeto de qualidade dessas instituições, a fim de serem reconhecidas como um segmento empresarial e se destacarem pela excelência dos serviços que prestam, tanto do ponto de vista técnico como do ponto de vista ético e humano.

 

Fonte: Ana Lúcia Naletto e Lélia Faleiros Oliveira são psicólogas do Centro Maiêutica e desenvolve

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Rebeldia fashion

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Incentivo ao empreendedorismo social, o projeto Rebeldes com Causa, da marca masculina Reserva, quer revelar os “heróis reais” desse país

rebeldes

Rebeldes com Causa é o nome do novo projeto abraçado pela grife masculina Reserva, que apoia onze iniciativas sociais no Brasil. Para Rony Meisler, CEO do grupo, o projeto representa uma nova atitude do mundo empresarial. “Se temos ferramentas que podem ajudar os empreendedores sociais, por que não compartilhar em prol de um mundo com mais oportunidades? Somos todos interligados de alguma forma”, afirma Rony. “Esse é o projeto da minha vida e estou muito feliz, pois vejo a materialização dos sonhos destes jovens empreendedores sociais”. 

Em busca de iniciativas de destaque, Rony conheceu muitas histórias. “Uma que me marcou foi a do Luti Guedes. Com apenas 21 anos, ele já é embaixador da ONU para a educação no Brasil, construiu uma biblioteca, levantou uma escola e implementou projetos de saúde, direitos humanos e microcrédito em uma comunidade ribeirinha da Ilha de Marajó, no Pará. Ele foi inspirador para sairmos atrás de outros rebeldes e colaborarmos em seus projetos”.

foto

As iniciativas mostram “rebeldes” cheios de idealismo, inconformidade, garra e persistência, que criam acessibilidade a esportes para portadores de deficiência física, oportunidades na vida de quem tem poucas chances ou mesmo projetos para levar música de qualidade para grupos esquecidos.

Agora, o próximo passo da marca Reserva é a realização dos compromissos feitos com os onze empreendedores. “Isso implica uma série de medidas, como a criação de produtos com renda revertida para a manutenção dos projetos sociais”, diz o empresário, que pretende, a cada dois anos, descobrir novos rebeldes com causas que inspirem as pessoas a evoluir. “Ao conhecer esses jovens empreendedores, percebi o tempo que perdemos esperando soluções do Estado para os problemas sociais do país, e aí esquecemos nossa própria responsabilidade, como co-criadores desta história. Se cada cidadão ou empresa puder fazer alguma coisa para melhorar o ambiente, a qualidade de vida de um pequeno núcleo, a vida de uma pessoa, já faz diferença. Imaginem se essa moda pega?”, especula Rony. É para isso que torcemos.

 

 

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Quando Chega o Natal!

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natal

Há tantos afazeres que tomam nossa atenção e tempo, durante o ano. Há tantas pessoas com as quais convivemos, interagimos ou simplesmente passam pelo nosso caminho. Mas quando chega o fim do ano e, principalmente, quando chega o Natal, nosso coração e nossa mente se recolhe. Criamos espaço interior de silêncio e de paz para, mais uma vez, acolher e seguir os ensinamentos do Mestre Divino. Iniciamos um canto de gratidão, acompanhado de ações de fraternidade, procurando responder aos muitos convites que nos faz a Festa do Aniversário de JESUS. Quando chega o Natal, somos convidados a iluminar nosso espaço interior, a recordar e passar adiante a linda história do Menino Deus, de seus pais e de tudo o que compunha o cenário daquela Noite Santa, cheia de mistério, de graça e de paz. Quando chega o Natal, corremos para os arquivos do nosso coração de criança e recordarmos nossas celebrações cheias de candura, expectativas e fantasias. Percebemos o quanto ainda é importante para nós  a presença dos familiares, amigos, de palavras de carinho e até de algum presente. Quando chega o Natal, percebemos que o ano passou rápido e não conseguimos realizar todos os nossos sonhos e planos.  Mesmo assim, temos muito para agradecer. Então, bendizemos ao Pai Celeste por presentear-nos com Seu Filho Jesus e por tantos outros presentes.

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Conhecer o Processo do Luto

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Conhecer o Processo de Luto - Importante Ferramenta para o Profissional do Setor Funerário
luto


 

Conhecer o Processo de Luto - Importante Ferramenta para o Profissional do Setor Funerário

No texto anterior falamos sobre algumas competências necessárias para aqueles que trabalham com o luto. Partimos do pressuposto de que as competências exigidas já delimitam, de certa forma, a especificidade do profissional desse setor. O segmento de cemitérios e funerárias parece não ter o devido reconhecido no mercado empresarial porque lida com a morte, assunto que nossa cultura tenta evitar. Desta crença equivocadamente, se imagina que qualquer pessoa pode trabalhar no setor, não sendo necessário especialização ou investimento de formação profissional.

 

Trabalhar com a Morte Requer Profissionalização:

O trabalho com a morte requer especialização e investimento, afinal nós não trabalhamos somente para a pessoa falecida, mas também para aqueles que se despedem dela e precisam de excelência no atendimento. 

Na enquête feita pelo site FOL sobre as competências para lidar com a morte, pouca gente (5,34%) apontou o conhecimento do processo de luto como uma competência necessária para os profissionais do setor. 

Gostaríamos de fazer algumas considerações sobre esse resultado.

A primeira delas é de que o próprio segmento pode não estar reconhecendo a necessidade de se profissionalizar. Neste sentido, profissionalizar significa ampliar o conhecimento sobre o campo de trabalho.

 

Outra consideração importante é quanto à idéia de que o conhecimento do luto é exclusivo da área da psicologia e, portanto, não poderá trazer contribuições para a atuação dos funcionários de cemitérios e funerárias. Temos acompanhado de perto o diferencial de um atendimento feito por uma equipe qualificada, ou seja, que teve formação no estudo do luto e pôde se apropriar de alguns conhecimentos necessários para lidar melhor com as famílias enlutadas.

 

Por que Entender Sobre Processo de Luto?

Compreender as manifestações de um processo de luto, principalmente nos estágios iniciais, ajuda muito no trabalho e no contato com os familiares enlutados para poder atendê-los em suas necessidades, uma vez que se encontram num estado emocional atípico e que tem características próprias.

 

Vejamos algumas características deste processo:

 

• Sensação de entorpecimento

Ao receber a notícia da morte, o enlutado entra num estado que chamamos de entorpecimento, ou seja, parece que a realidade e o sonho se misturam. Ele pode ficar assim por algumas horas ou até mesmo por alguns dias. Este estado de entorpecimento dificulta o enlutado pensar objetivamente, tomar decisões e resolver coisas, mesmo que sejam coisas simples.

 

Assim, já temos elementos para pensar que a abordagem dos profissionais de cemitérios e funerárias, deva ser diferenciada neste momento:

 

-em primeiro lugar o profissional, sabendo deste estado do enlutado deve orientá-lo de que precisarão tomar decisões objetivas e ver se ele mesmo quer fazê-lo ou se elege alguém da família que esteja em melhor condição.

- o profissional deve também ser claro, objetivo, repetitivo em algumas formalizações e muito paciente para explicar os procedimentos, pois a compreensão e o raciocínio do enlutado estão prejudicados neste momento.

 

• Sentimentos de desamparo

A sensação de desamparo é algo muito forte no enlutado, de forma que as atitudes externas podem ampará-lo ou não. Se o funcionário que o atende for ético e sensível poderá ajudá-lo a buscar clareza nas decisões, dando mais orientações. Contudo o que vemos é que alguns profissionais se aproveitam deste estado de fragilidade para oferecer produtos e serviços desnecessários, priorizando interesses comerciais e não humanos.

 

• Raiva

O sentimento de tristeza do enlutado é reconhecido por todos, mas a raiva nem sempre é aceita pelo meio. Em geral, o enlutado pode vir a sentir muita raiva da vida, das pessoas, de Deus, dos médicos, do mundo. Estes sentimentos de raiva são intensos e refletem a incompreensão diante da morte. Não é raro que eles direcionem esta raiva também aos profissionais do cemitério ou funerária.

 

Neste caso, o profissional deve compreender que a raiva não é uma manifestação pessoal contra ele e ter o máximo de paciência e auto-controle no contato com o enlutado. Realmente não é fácil, mas é necessário.

 

• Emoções fortes

Um turbilhão de sensações e emoções invade o enlutado. O sofrimento psicológico parece colocá-lo numa forte agitação física ou num estágio quase letárgico. Fortes crises de choro e comportamentos incontidos podem aparecer neste momento. A intensidade das emoções pode desorientar a pessoa a tal ponto que esta apresente dificuldades para se localizar no tempo e no espaço. Desta forma, o profissional do setor funerário deve orientar as famílias enlutadas com relação à organização do cerimonial, espaços físicos do cemitério (banheiro, lanchonete, etc) e horários, funcionando como agente organizador num momento em que a desorganização pessoal é intensa. As manifestações acima descritas, fazem parte do inicio do processo de luto.

 

Temos sido procuradas por profissionais da área que buscam condutas para aliviar a dor do enlutado. Sabemos, no entanto, que a dor é parte do processo de luto, sendo necessária para que ele se efetive. È importante destacar que não cabe ao profissional do segmento de cemitérios e funerárias, aplacar ou tentar tirar a dor do luto. O importante é que se crie um campo adequado para que a dor do enlutado seja vivida de forma a não ser agravada ainda mais por fatores externos e por um atendimento inadequado.

 

Fonte: Ana Lúcia Naletto e Lélia Faleiros Oliveira são psicólogas do Centro Maiêutica e desenvolvem trabalhos na área de luto em cemitérios, crematórios e funerárias. www.centromaieutica.com.br

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Boa noite Vizinhança

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Boa noite vizinhança

chaves

O ator e comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños, o Chaves, morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. Ele estava em sua casa em Cancún, e a causa ainda não foi informada; Bolaños enfrentava problemas físicos desde o ano passado. A informação foi confirmada por noticiários da rede mexicana Televisa e já repercute entre atores do seriado no Twitter, como Édgar Vivar, o Sr. Barriga.

O grande pequeno menino Chaves, que divertia todas as gerações quando começava aquela música de abertura. Todos corriam para frente da TV, já sintonizada no SBT, e se preparavam para as risadas. Risadas essas que não eram difíceis de se conseguir pois, só com suas piadas consideradas bobas e inocentes, a alegria era garantida. Era um humor sincero e que vinha do coração. Não era um humor que estaria tentando fazer as pessoas rirem simplesmente, mas nos permitir refletir sobre a sociedade e ver o lado positivo.

“Chaves”, a história do menino que morava em um bairro típico de meados do século 20 no México, com uma par de famílias disfuncionais vivendo ao redor.

Nessa série, não apenas os mexicanos, mas muitos na América Latina puderam se ver refletidos. Uma criança que vive em um barril e que vemos como vulnerável faz-nos ver as nossas próprias vulnerabilidades. No bairro de Chaves estão todos os personagens que podem ser encontradas na vida cotidiana. E parte do sucesso, de alguma forma, estava um pouco na crítica social, na injustiça.

 

Além de ser a mente por trás desse humor “universal”, Bolaños teve a capacidade de inovar num momento em que a televisão estava sob intensa crítica por parte das autoridades.

 

É com grande pesar que o mundo se despede de Roberto Bolaños, nosso eterno Chaves e Chapolin. Ícone do humor latino, o ator conseguia divertir quem quer que fosse, estando de bom ou mau humor, rico ou pobre, jovem ou velho. Neste momento, todos sentimos o mesmo que Édgar Vivar, que interpretava o ansioso Sr. Barriga: "De todas as pancadas que você já me deu, amigo, essa foi a que doeu mais”. Que seu carisma seja eterno.

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Morador do DF faz site para pessoas que morreram.

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Morador do DF faz site para criação de perfis de pessoas mortas

O estudante de Engenharia da Computação, Thiago Vinícius Corrêa, criou um site em que familiares podem homenagear pessoas que morreram. O portal reúne perfis dos falecidos com direito a biografia, vídeos, músicas e até localização da sepultura no cemitério por meio de GPS.

Quem adquire o perfil passa a ser o administrador do perfil, com acesso por senha. Como em outras redes sociais, outros familiares podem visitar a página da pessoa que morreu e deixar comentários e tributos.

O site oferece três modelos: o básico, com direito a biografia, cem fotos, obituário e memorial de tributos; o intermediário, com os mesmo serviços e mais 150 fotos, vídeos e músicas e o perfil completo com postagens ilimitadas de fotos e até 10 vídeos e 10 músicas. Em todos os tipos de perfis, o obituário conta com serviço de localização da sepultura em cemitérios por meio de GPS. Os preços variam de R$ 90 a R$ 290.

A família ainda pode contratar serviços adicionais, como a retirada de um banner de patrocínio, a um preço anual de R$ 2.99 ou o aviso de missa de sétimo dia e aniversário de morte a R$ 20 reais anuais. Os serviços são contratados por meio do site www.memorialonline.com.br.

Mineiro do pequeno município de Arcos, Thiago conta que sempre teve o hábito de conversar com os conhecidos sobre a história das famílias e familiares que morreram. Veio para o Distrito Federal estudar e trabalhar, mas não deixou o costume e, ao perceber que, por aqui, as pessoas não falavam muito sobre suas origens e eram muito ligadas à tecnologia, decidiu unir o útil ao agradável

O projeto ganhou corpo depois que ele trabalhou em uma rede de funerária do DF. O site foi lançado no dia 2 de novembro, Dia de Finados, e conta com mais de 100 perfis, média de 20 adesões diárias.

— O brasileiro tem mania de querer achar que nunca vai morrer e achar que falar nisso atrai alguma coisa, mas quando alguém próximo morre é que vê que queria ter alguma lembrança, poder fazer uma homenagem.

 

 

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Corinthias vai lançar cemitério exclusivo para os seus torcedores

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O Corinthians colocará em prática um projeto que começou a esboçar em 2012, quando o vice-presidente Luis Paulo Rosenberg queria evitar que os corintianos fossem enterrados “ao lado de um torcedor chato”. Às 14 horas desta quinta-feira, no Parque São Jorge, o clube lançará o cemitério “Corinthians para sempre”.

O local já está sendo construído em Itaquaquecetuba, a menos de 50 km de São Paulo, em parceria com o Grupo Memorial. Preocupados com a aceitação da iniciativa, representantes da empresa têm evitado usar a palavra “cemitério” ao abordar o projeto exclusivo para corintianos.

O Corinthians já oferecia aos seus torcedores a possibilidade de um seguro de assistência funeral, também com o nome “Corinthians para sempre”. Ao custo de R$ 27 (plano individual) ou R$ 35 (plano familiar) mensais, era possível promover um velório personalizado, com bandeira, coroa de flores (sem folhas verdes, para não remeter ao rival Palmeiras) e carro funerário corintiano.

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